“Um criminoso condenado; um estuprador pedófilo; se estamos contando com a moralidade desse cara para o país mais poderoso do mundo, então estamos todos com sérios problemas”, afirmou o ator de HULK no Globo de Ouro
No Golden Globes de 11/jan/2026, Mark Ruffalo criticou ferozmente Donald Trump, chamando-o de “pior pessoa do mundo” e acusando-o de invasão ilegal à Venezuela, além de mentir via vice-presidente. Dedicou palavras a Renee Nicole Goode, morta por agente ICE em 07/jan, e Keith Porter, vítima similar em 31/dez. Usando pin “Be Good”, uniu protestos imigratórios a denúncias geopolíticas, questionando a moralidade governamental em discurso que viralizou, misturando celebração pessoal com alerta nacional.
Brasília (DF) · 12 de janeiro de 2026
No tapete vermelho dos Golden Globes em 11/jan, o ator Mark Ruffalo, indicado pela performance em seu mais recente filme, transformou uma entrevista rotineira em um libelo veemente contra o governo americano, mesclando luto pessoal com denúncias geopolíticas.
Vestindo um broche com a inscrição “Be Good“, em solidariedade aos protestos nacionais contra a agência de imigração ICE, Ruffalo dedicou suas palavras à memória de Renee Nicole Goode, uma mulher de 37 anos morta a tiros por um agente ICE off-duty em Minneapolis.
“Isto é para Renee Nicole Goode, que foi assassinada.”, declarou ele à USA Today, fonte que capturou o momento em primeira mão.
Escalando o tom, Ruffalo mirou diretamente o presidente Donald Trump, rotulando-o como “o pior ser humano do mundo”.
Ele acusou o republicano de desrespeitar o direito internacional ao promover uma invasão ilegal à Venezuela, afirmando que os Estados Unidos estão “em meio a uma guerra com a Venezuela, que invadimos ilegalmente”.
“Temos um presidente que está mentindo”, disse em sua catarse. Ruffalo não poupou adjetivos ao chamar Trump de “um criminoso condenado… um estuprador condenado”, “um pedófilo”, e questionou a dependência da nação na moralidade de tal figura para guiar a superpotência global.
“Se confiarmos na moralidade desse cara para o país mais poderoso do mundo, então estamos todos em grandes… apuros”, prosseguiu.
Essa veemência reflete um ativismo consolidado do ator, conhecido por engajamentos ambientais e sociais, mas aqui elevou um patamar de urgência pessoal: “Eu amo este país e o que estou vendo acontecendo aqui não é a América”.
Questionado sobre a relevância da plataforma dos Globos de Ouro para divulgar tal mensagem, Ruffalo admitiu o desconforto: “Eu queria estar aqui para comemorar, e estou aqui para comemorar e tenho orgulho de ter uma indicação ao Globo de Ouro, mas também, isso não é mais normal”.
O ator se sentiu compelido a romper o silêncio, apesar do mal-estar: “Estou me sentindo meio doente, então é difícil falar bobagem agora”.

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Trump cretino!
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