Mais provas da parcialidade de Moro em processo de Lula na ONU, dizem sites

27/12/2018 3 Por Redação Urbs Magna

Segundo informações do portal DCM, o processo que a defesa de Lula colocou na ONU, falando de perseguição judicial e lawfare sofridos pelo ex-presidente, e que será julgado em 2019, possivelmente até o prazo do primeiro trimestre, terá ainda mais provas anexadas contra o ex-magistrado Sergio Moro, quem deixou de atuar na justiça do Brasil para ser um político declarado do governo de Jair Bolsonaro, fato que ainda tem causado bastante polêmica no que tange à sua parcialidade.

A esposa do ex-juiz Sergio Moro sempre foi uma militante política, desde o princípio. Sempre atacou o PT e Lula nas redes sociais, especialmente em seu perfil no Instagram bem como em uma página do Facebook intitulada “Eu Moro com ele“, na qual declaradamente defendia o marido, o que por si só já seria motivo suficiente para que ele fosse declarado impedido de julgar o petista em qualquer processo. Mas o país vive um golpe onde a lei se desfez em prol do avanço do entreguismo.

De acordo com o site, acaba de ser descoberta outra prova contra Moro: a exemplo da mãe, Rosângela, agora também a filha Júlia Wolff Moro foi descoberta e revelada em sua ocasional campanha antipetista nas eleições deste ano. A cria do então juiz Sergio Moro, dizem os sites, alterou sua foto no perfil no Facebook para incluir a expressão PT Não. Não é nenhuma surpresa que, com a eleição do maior rival do PT, Jair Bolsonaro, Sergio Moro tenha sido escolhido para ser ministro da Justiça, com a pasta turbinada.

Júlia, que faz faculdade na Unicuritiba, está sendo apresentada à sociedade da capital paranaense pela mãe, que a marca em quase todas as suas postagens no Instagram. Como mostram os comentários, outros membros da família Moro apoiaram.

Assim sendo, toda a família de Moro fez campanha contra Lula nas redes sociais quando o ex-juiz ainda era o responsável pelos processos do ex-presidente.

Os advogados de defesa do Lula não deixarão escapar essa informação preciosa, a qual será anexada ao dossiê cujo processo tramita contra o novo político bolsonarista na Organização das Nações Unidas, e que certamente acabará por condenar o magistrado fazendo o Brasil passar uma de suas maiores vergonhas da história.

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