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“Mais eminhas nasceram no Alvorada”, diz Lula em visita aos animais que já atacaram Bolsonaro e Guedes (vídeo)

    Ex-presidente inelegível foi bicado e ex-ministro da Economia foi atacado pelos animais: “Com muito cuidado e um espaço para serem abrigadas de forma adequada“, dise Lula durante visita aos filhotes das aves da residência oficial – ASSISTA

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    O Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), visitou, neste sábado (26/10), os novos filhotes das emas do Palácio do Alvorada, que nasceram na residência oficial da Presidência da República.

    Mais eminhas nasceram no Alvorada! Com muito cuidado e um espaço para serem abrigadas de forma adequada, a família das emas não para de crescer por aqui“, afirmou Lula sobre os animais que já bicaram o ex-presidente declarado inelegível até 2030, Jair Bolsonaro (PL), e que também atacaram o ex-ministro da Economia, Paulo Guedes, quando ele morava na Granja do Torto.


    Quando o Presidente Lula chegou ao Palácio do Alvorada encontrou 38 emas, que vivem lá desde os anos 1960. Os animais comem os bichos peçonhentos das margens do Lago Paranoá, onde fica a residência oficial presidencial, como, por exemplo, cobras e escorpiões encontradas, controlando sua reprodução.

    No ano passado, duas emas morreram com quadro de excesso de gordura, pois durante a gestão de Bolsonaro, eram alimentadas com restos de comida humana e não tinham acompanhamento veterinário, além de viverem em instalações inadequadas.

    As emas foram colocadas ali devido a um projeto paisagístico. O Palácio também recebe pássaros nativos do cerrado nas muitas araucárias, paus-brasil, sibipirunas e outras espécies da flora brasileira do local. O lago funciona como um ecossistema perfeito, com peixes, aves e a vegetação coexistindo de maneira equilibrada.

    No passado, as emas chegaram a ser retiradas por problemas com os inquilinos. Há relatos de conflitos com bichos de estimação das famílias presidenciais.

    No governo Bolsonaro, as emas estavam sendo alimentadas com restos de comida humana misturada a rações, como milho e arroz, segundo os técnicos que fizeram o acompanhamento em 6 janeiro a pedido da Primeira-Dama do Brasil, Rosângela Lula Silva (PT).

    Na autópsia preliminar, foi identificado excesso de gordura visceral, abdominal e no fígado dos animais, conforme mostrou o UOL, naquele ano. De acordo com técnicos que acompanharam tanto o processo de avaliação quanto a autópsia dos animais, a morte súbita “fecha com o quadro” de doenças cardíacas e hepáticas, “desencadeadas provavelmente pelo mau manejo alimentar durante os últimos anos“.

    Em 2022, a gestão Bolsonaro destinou apenas 7.000 grãos à alimentação dos animais instalados nos palácios presidenciais, o que representava apenas aproximadamente um terço dos 20 mil grãos previstos anualmente para alimentá-los adequadamente.

    Alguns animais foram encaminhados ao Zoológico de Brasília, sob acompanhamento do Ibama, para ficarem em ambientes adequados.

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