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Padrasto e mãe concretam cadáver de menina de 5 anos em quintal após assassinato cruel

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    Maria Clara
    Maria Clara Aguirre Lisboa, de 5 anos, foi encontrada em uma cova rasa, já em estado avançado de decomposição, e apresentava sinais de lesões provocadas por instrumento contundente, possivelmente ferramentas | Policiais utilizam enxadas para abrir o local | Imagem reprodução redes sociais via g1


    Tragédia chocante em Itapetininga leva à prisão imediata dos responsáveis pelo crime hediondo



    São Paulo, 15 de outubro 2025

    Em Itapetininga, no interior de São Paulo, o corpo da menina Maria Clara Aguirre Lisboa, de apenas 5 anos, foi descoberto na tarde de terça-feira (14/out) em uma cova rasa no quintal da casa dos pais do padrasto, Rodrigo Ribeiro Machado.

    A criança apresentava sinais de lesões graves causadas por objeto contundente, em estado avançado de decomposição, coberto por camada de concreto para ocultar o crime.

    O achado ocorreu após denúncia da avó paterna ao Conselho Tutelar, que acionou a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) local, sob comando do delegado Franco Augusto, conforme informações o g1.

    Inicialmente tratado como desaparecimento reportado no início de outubro, o caso revelou-se homicídio quando a mãe, Luiza Aguirre Barbosa da Silva, e o padrasto foram localizados e levados à delegacia.

    Sob interrogatório, Luiza e Rodrigo confessaram o assassinato da enteada, admitindo que demoraram cerca de dois dias para enterrar o corpo no quintal da residência familiar, concretando o local para dissimular o sepultamento.

    Os dois demoraram cerca de dois dias para enterrar o corpo da criança no quintal e concretaram o local para ocultar o crime”, relatou o delegado Franco Augusto em coletiva à imprensa.

    O Conselho Tutelar monitorava a família desde agosto, após relatos de ameaças do ex-companheiro de Luiza, mas tentativas de contato com mãe e filha foram infrutíferas.

    A polícia civil pedirá prisão temporária dos suspeitos, que serão indiciados por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

    A tragédia expõe fragilidades no sistema de proteção infantil na região, com o Conselho Tutelar e a Polícia Civil agora investigando responsabilidades dos proprietários da casa dos pais de Rodrigo.

    Uma perícia técnica segue no local para determinar o exato mecanismo da morte e possíveis agravantes.



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