ARRASTE 0%
Português Inglês Irlandês Alemão Sueco Espanhol Francês Japonês Chinês Russo
```html ```
Avançar para o conteúdo

“Mãe é tudo”, diz Mônica Bergamo sobre Dona Lindu, demonstrando apoio à fala de Lula sobre genocídio

    Ao voltar a denunciar o “genocídio” em Gaza, o estadista citou a prisão em Curitiba, quando lhe foi sugerido um acordo para ser libertado, mas ele não aceitou trocar sua “dignidade pela falsidade” que lhe seria imposta e se lembrou da mãe que lhe ensinou a ser digno – ASSISTA

    Receba notícias do Canal Urbs Magna no WhatsApp

    A jornalista e colunista da ‘Folha de S. Paulo‘, Mônica Bergamo, compartilhou o trecho do discurso do Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em que ele volta a afirmar que o que ocorre em gaza é um genocídio. Durante a fala, registrada nesta sexta-feira (23/2), o estadista cita sua falecida mãe Dona Lindu, a quem atribuiu sua dignidade, que não troca por nada.

    Bergamo escreveu na mensagem: “Mãe é tudo“.

    Veja abaixo e leia mais a seguir:

    Receba notícias do Canal Urbs Magna no WhatsApp

    Nas declarações, Lula diz que quando estava preso lhe foi sugerido fazer um acordo para cumprir sua pena em casa. No que fosse combinado, o então prisioneiro político deveria aceitar condições que lhe seriam impostas, mas que poderiam agravar a opinião pública sobre como ele foi parar na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, que na verdade se deu por uma injustiça decorrente de um plano conhecido.

    Antes de declarar ser favorável à criação de um Estado Palestino, livre e soberano, que pudesse viver em harmonia ao lado do Estado de Israel, o Presidente disse: “Da mesma forma que eu disse quando estava preso, que não aceitava acordo pra sair da cadeia, porque eu não trocava a minha dignidade pela minha liberdade, eu quero dizer pra vocês, agora, eu não troco a minha dignidade pela falsidade”.

    Mônica Bergamo conhece Lula presencialmente. A colunista da ‘Folha‘ entrevistou o Presidente durante sua prisão e se orgulha disso. Segundo ela, “foi uma entrevista histórica“. E, certamente, a emoção não se deu somente pelo momento político vivido pelo país.

    Leia toda a fala de Lula no trecho compartilhado:

    “Eu quero terminar dentro pra vocês eu, Luiz Inácio Lula da Silva, filho de Dona Lindu, que nasceu e morreu analfabeta, que me colocou no mundo dia 27 de outubro de 1945, que me fez ser candidato a presidente da República. Tantas vezes perder três vezes e ganhar três vezes. Quer dizer pra vocês que, da mesma forma que eu disse quando estava preso, que não aceitava acordo pra sair da cadeia, porque eu não trocava a minha dignidade pela minha liberdade, eu quero dizer pra vocês Agora eu não troco a minha dignidade pela falsidade. E quero dizer pra vocês que eu sou favorável à criação do Estado palestino livre e ponte. Que possa esse Estado palestino viver em harmonia com o estado de Israel. E quero dizer mais o que o governo de Israel, que tá fazendo, contra o povo palestino, não é guerra. É genocídio porque tá matando mulheres e crianças. Não tente interpretar a entrevista que eu dei na Etiópia. Leia a entrevista. Leia a entrevista ao invés de ficar me me me me julgando pelo que dito pelo ministro de Israel, é um genocídio. São milhares de crianças mortas, milhares desaparecidas e não tá morrendo, Soldado tá morrendo Mulheres e crianças dentro do hospital se né? GC Eu não sei o que é genocídio.

    Receba notícias do Canal Urbs Magna no WhatsApp

    文

    Discover more from Urbs Magna

    Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

    Continue reading