📷 O presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro |•| Arte URBS MAGNA
| Brasília (DF)
04 de agosto de 2026
Pesquisas do instituto Real Time Big Data divulgadas entre o final de julho e segunda-feira (3/ago) apontam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em Sergipe, Pernambuco e Minas Gerais.
Os números importam porque consolidam a força petista no Nordeste e mantêm a disputa aberta no segundo maior colégio eleitoral do país, com impacto direto na corrida presidencial de 2026.
Em Sergipe, o levantamento realizado entre 28 de julho e 1 de agosto, com 1.600 entrevistas e margem de erro de dois pontos percentuais (registrado no TSE sob BR-07696/2026), mostra Lula com 60% das intenções de voto no primeiro turno, contra 23% de Flávio Bolsonaro.
No segundo turno simulado, o petista chega a 63% e o senador a 27%.
A rejeição a Flávio Bolsonaro atinge 55%, enquanto a de Lula fica em 32%.
A avaliação do governo atual registra 40% de ótimo/bom.
No final de julho, em Pernambuco, outra rodada do mesmo instituto (entrevistas de 27 a 30 de julho, 1.600 eleitores, margem de 2 pontos, registro BR-08354/2026) apontou Lula com 58% no primeiro turno estimulado e Flávio Bolsonaro com 22%.
No segundo turno, o placar ficou em 61% a 33%.
Os percentuais reforçam o histórico reduto petista no estado.
Em Minas Gerais, pesquisa do Real Time Big Data entre 25 e 29 de julho (2 mil entrevistas, margem de 2 pontos) registrou Lula com 39% e Flávio Bolsonaro com 33% no primeiro turno.
Romeu Zema (Novo) aparece com 12%.
No segundo turno, o petista marca 47% contra 43% do senador, diferença dentro da margem de erro.
A sequência de resultados reforça a polarização e a importância do voto democrático como instrumento de escolha coletiva.
A elevada rejeição a Flávio Bolsonaro em Sergipe e a vantagem consistente no Nordeste indicam que o eleitor valoriza estabilidade e políticas públicas de inclusão, enquanto Minas Gerais permanece como termômetro decisivo.
O cenário conecta-se a levantamentos anteriores da Quaest e Datafolha que já mostravam padrão semelhante, com impacto potencial sobre a geografia eleitoral de outubro.
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