
LULA, ALCKMIN e HADDAD em 2024 | Foto de Ricardo Stuckert
IPCA-15 desacelera em maio e governo ganha fôlego econômico – SAIBA MAIS
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Brasília, 27 de maio de 2025
A prévia da inflação, medida pelo IPCA-15, desacelerou para 0,36% em maio, conforme dados divulgados pelo IBGE nesta terça-feira (27/mai).
O resultado, que indica uma redução na pressão inflacionária, surpreendeu analistas e reforça a percepção de que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem conseguido equilibrar os rumos da economia brasileira.
Comparado ao mês anterior, o índice apresentou uma queda significativa, alimentando expectativas de novos ajustes na política monetária.
A desaceleração do IPCA-15 foi impulsionada pela queda nos preços de alimentos e bebidas, além de uma menor pressão nos custos de energia, conforme mostra a Folha de S. Paulo.
“O recuo nos preços de itens básicos, como arroz e feijão, trouxe alívio para o bolso do consumidor”, destacou o economista André Braz, da Fundação Getulio Vargas (FGV), em entrevista.
O cenário também foi favorecido por uma estabilidade no câmbio, que contribuiu para reduzir os custos de produtos importados.
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Outra análise, publicada pelo Estadão, aponta que o resultado do IPCA-15 pode dar ao Banco Central maior margem para manter ou até reduzir a taxa Selic nos próximos meses.
“A inflação mais controlada abre espaço para uma política monetária menos restritiva”, afirmou a economista-chefe do Banco Inter, Rafaela Vitória, ao jornal.
A expectativa é que o governo Lula capitalize esse momento para avançar em medidas de estímulo ao consumo e à produção, especialmente em setores como agricultura e indústria.
A desaceleração inflacionária foi bem recebida por investidores, com reflexos positivos na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), que registrou alta de 1,2% no pregão desta terça-feira, informou o g1.
“O mercado vê com bons olhos essa estabilidade, mas ainda monitora os impactos de possíveis reformas fiscais”, disse o analista Carlos Menezes, da XP Investimentos, ao portal.
O momento é de otimismo cauteloso, com o governo Lula ganhando fôlego para enfrentar desafios econômicos futuros.












