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Lula será convidado para evento do ‘Dia Nacional da Marcha para Jesus’, em São Paulo

    Em 2009, durante o fim de seu segundo mandato, Lula sancionou a lei, de autoria de Marcelo Crivela, e instituiu a data a ser comemorada no primeiro sábado subsequente aos 60 dias após o domingo de Páscoa

    O Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será convidado para participar, em São Paulo, do ‘Dia Nacional da Marcha para Jesus‘, o maior evento do calendário evangélico brasileiro, que ocorrerá no dia 8 de junho, feriado de Corpus Christi, em São Paulo.

    Os convites ainda estão sendo impressos e não foram disparados oficialmente, mas é praxe convidar os chefes do Executivo municipal, estadual e federal. Assim, serão chamados o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), o governador do Estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o Presidente do Brasil, Lula, informa a jornalista Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo.

    Sancionado por Lula em 2009, o Presidente nunca compareceu ao evento. Segundo Bergamo, um correligionário próximo ao estadista avalia como remota a chance de sua presença.

    Jair Bolsonaro (PL) foi o primeiro presidente a comparecer, em 2019.

    A Marcha para Jesus deste ano terá duas atrações internacionais: Lakewood Music, grupo de louvor da Lakewood Church, uma congregação evangélica gigante dos Estados Unidos, e o pastor americano Brandin Reed, diz o texto.

    No Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, no dia em 3 de setembro de 2009, o então deputado José Bruno ao lado do Presidente Lula, participam da cerimônia que instituiu o Dia Nacional da Marcha para Jesus, após sanção da lei de autoria do então senador Marcelo Crivella.

    A lei é de autoria do bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, Marcelo Crivela, que era senador na ocasião em que a data comemorativa do Dia Nacional da Marcha Para Jesus foi sancionada pelo Presidente Lula, em 3 de setembro de 2009.

    Naquele ano, estiveram presentes na cerimônia o então presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, o então ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, e a então ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.

    A lei estabelecia a data da comemoração sempre no primeiro sábado subsequente aos 60 dias após o domingo de Páscoa. A criação da data nacional teve por objetivo oficializar o evento que já ocorria regularmente em diversas cidades brasileiras, com o respaldo de leis municipais.

    Em São Paulo, o deputado José Bruno foi o autor da lei que colocou a Marcha para Jesus no Calendário Turístico do Estado, projeto que foi apresentado em 2007, primeiro ano de seu mandato.

    A Lei Marcha para Jesus foi sancionada parcialmente pelo então governador José Serra.

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