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    Lula recebeu na quarta cartas credenciais de novos embaixadores de sete nações

     

    São representantes de Japão, Haiti, Suriname, Filipinas, República Popular Democrática da Coreia, Cuba e Moçambique. Eles passam a atuar em nome de seus países aqui no Brasil

    Presidente Lula recebendo cartas credenciais do embaixador do Japão

    Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante apresentação de cartas credenciais do Embaixador do Japão, Yasushi Noguchi. Foto: Ricardo Stuckert/PR

    RESUMO
    URBS MAGNA

    Brasília (DF) 07 de maio de 2026

    Em cerimônia realizada no Palácio do Planalto na quarta-feira (6/mai), Lula oficializou a chegada de sete novos representantes estrangeiros.

    A lista inclui o enigmático Song Se Il, embaixador da República Popular Democrática da Coreia (RPDC), ao lado de representantes de nações como JapãoCuba e Moçambique.

    A recepção a um diplomata norte-coreano ocorre em um momento de máxima tensão na península coreana, contrastando com o alinhamento automático de potências ocidentais ao isolamento de Pyongyang.

    Na prática, Lula sinaliza que a política externa do terceiro mandato prioriza o multilateralismo e o diálogo irrestrito, sem os filtros morais ou ideológicos impostos pela Guerra Fria 2.0.

    De acordo com a publicação oficial do Itamaraty, não houve encontro privado estendido com o representante da Coreia do Norte, limitando-se aos ritos protocolares de entrega das cartas credenciais .

    Contudo, o simples gesto de receber Song Se Il no salão nobre do poder executivo brasileiro é lido por diplomatas como um recado ao Ocidente: o Brasil não aceita tutelas.

    Recebi nesta quarta-feira, no Palácio do Planalto, as cartas credenciais de novos embaixadores de sete nações”, escreveu Lula em sua rede social oficial .

    Ele completou: “Seguimos trabalhando na perspectiva da receptividade e do diálogo entre as nações, com apostas no multilateralismo e na cooperação internacional”.

    Além do representante norte-coreano, participaram da solenidade Yasushi Noguchi (Japão); Víctor Manuel Cairo Palomo (Cuba); Ike Desmond Antonius (Suriname); Patrick John U. Hilado (Filipinas); Jean-Victor Harvel Jean-Baptiste (Haiti); e Alexandre Herculano Manjate (Moçambique).

    Enquanto o governo Jair Bolsonaro (2019-2022) alinhou-se publicamente a posições mais duras contra regimes socialistas na América Latina e na ÁsiaLula resgata a tradição do diplomacia ativa e altiva.

    Assim, a presença do embaixador Song Se Il em Brasília fortalece a tese de que o gigante sul-americano busca ser um ator autônomo na cena global, mediando conflitos em vez de escolher lados.



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