
Lula, geraldo Alckmin, Gleisi Hoffmann, Márcio Macedo e Luiz Marinho recebem dirigentes de Centrais Sindicais, no Palácio do Planalto 29.4.2025
O encontro, que antecede as celebrações do 1º de Maio, Dia do Trabalhador, foi marcado pela entrega do documento “Pauta da Classe Trabalhadora: Prioridades para 2025. Por um Brasil mais justo, solidário, democrático, soberano e sustentável” – SAIBA MAIS
COMPARTILHE:
✅ UrbsMagna no WhatsApp
——-Canais de Notícias——-
➡️ UrbsMagna no Telegram
![]()
Brasília, 30 de abril de 2025
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu, no Palácio do Planalto, na terça-feira (29/abr), representantes das principais centrais sindicais do Brasil após a 2ª Marcha Nacional da Classe Trabalhadora, em Brasília.
O encontro, que antecede as celebrações do 1º de Maio, Dia do Trabalhador, foi marcado pela entrega do documento “Pauta da Classe Trabalhadora: Prioridades para 2025. Por um Brasil mais justo, solidário, democrático, soberano e sustentável”.
A marcha, organizada por entidades como CUT, Força Sindical, UGT, CTB, CSB, NCST, Pública e Intersindical, reuniu trabalhadores de diversas regiões para pressionar por avanços trabalhistas, com destaque para o fim da escala 6×1 e a isenção do Imposto de Renda para salários até R$ 5 mil.
Lula, em postagem no X, reforçou o compromisso de seu governo com o diálogo e a valorização dos trabalhadores, destacando as raízes de sua gestão na luta sindical.
Estive hoje com dirigentes das principais centrais sindicais do Brasil na semana em que celebramos o 1º de maio, Dia do Trabalhador e da Trabalhadora.
— Lula (@LulaOficial) April 29, 2025
Recebi o documento “Pauta da classe trabalhadora: prioridades para 2025. Por um Brasil mais justo, solidário, democrático,… pic.twitter.com/eaTtwI7e4b
A pauta apresentada contém 26 demandas, incluindo a redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais sem corte salarial, a valorização da agricultura familiar, a regulamentação dos direitos de trabalhadores de plataformas digitais e o combate à discriminação no mercado de trabalho.
O documento também foi entregue aos presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, do Senado, Davi Alcolumbre, do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, e do Tribunal Superior do Trabalho, Aloysio Corrêa da Veiga, evidenciando a amplitude da mobilização.
Adilson Araújo, presidente da CTB, destacou que a pauta é um chamado para um projeto nacional de desenvolvimento que combata a concentração de renda e promova justiça social.
A marcha, que começou com uma plenária no estacionamento do Teatro Nacional, contou com a participação de servidores públicos das três esferas, que cobraram o fim do confisco das aposentadorias e a regulamentação da negociação coletiva no setor público.
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo, participou da plenária da marcha e da reunião com Lula, reforçando o compromisso do governo com pautas como a igualdade salarial entre homens e mulheres e a valorização do salário mínimo.
LEIA MAIS APÓS OS ANÚNCIOS
Diferentemente dos anos anteriores, Lula não participará dos atos do 1º de Maio em São Paulo, que ocorrerão na Praça Campo de Bagatelle, com shows e sorteios, mas sua presença na marcha sinaliza a prioridade ao diálogo com o movimento sindical.
A mobilização, que teve início em 9 de abril com debates coordenados pelo Dieese, também prepara o terreno para a COP30, em Belém, integrando temas como transição justa e sustentabilidade.
A ausência de Lula nos atos de São Paulo, segundo aliados, reflete a intenção de evitar desgaste após o baixo público em 2024, mas o encontro em Brasília consolida a relação do governo com os trabalhadores em um momento de reconstrução nacional.












