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Lula quer acreditar em “um mundo com mais amor”, como o de Gandhi e a ‘não violência’, que fez a Índia livre (vídeo)

    O estadista citou a si próprio como exemplo de utopia, por ter vindo de Garanhuns e, como torneiro mecânico, se tornou Presidente do Brasil pela terceira vez: “Eu acho que o mundo está precisando acreditar que o amor pode vencer o ódio”, disse em Luanda, capital de Angola – ASSISTA:

    O Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), disse, neste sábado (26/8), que quer acreditar em “um mundo com mais utopia” e citou o líder indiano Mahatma Gandhi, precursor da resistência contra o colonialismo do Reino Unido através de uma bem-sucedida campanha de ‘não violência‘, que culminou com a independência da Índia.

    Eu acho que o mundo está precisando de um pouco de utopia. Acreditar que o amor pode vencer o ódio. Acreditar que a gente pode ser mais sensível“, afirmou Lula, durante coletiva de imprensa em Luanda, capital de Angola, antes de mencionar o advogado nacionalista e especialista em ética política indiana.

    É esse mundo que eu não quero deixar de acreditar“, disse o estadista sobre a conquista de Gandhi.

    Antes, o Presidente afirmou que todos estão “preocupados com a questão climática“, mas que o foco deveria ser a “desigualdade de gênero, de raça, de educação” e “de saúde“.

    Foi quando Lula disse que “a gente não deve ter medo de utopia” e, referindo-se a ele mesmo, afirmou que “não tem nada mais utópico do que um pernambucano nascido em Garanhuns, que comeu pão pela primeira vez com sete anos de idade, que só tem um diploma de torneiro mecânico, ser eleito três vezes Presidente da República”.

    Aconteceu porque a gente acredita e tenta transformar as coisas“, justificou.

    Assista a seguir:

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