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Presidente discute minerais críticos, fundo internacional para energia limpa e mediação em conflitos durante cúpula – Leia no Urbs Magna
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Brasília, 16 de junho de 2025
O estadista brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer posicionar a República Federativa do Brasil, que preside em seu inédito terceiro mandato, como uma liderança de assuntos que envolvam a paz e a sustentabilidade.
Lula foi convidado para viajar ao Canadá, liderado por Mark Carney, primeiro-ministro do país norte-americano.
O político preside a 51ª reunião anual do grupo das sete economias mais avançadas do mundo, o G7.
Em Kananaskis, Alberta, já estão presentes os representantes dos outros sete membros oficiais do grupo, que na verdade somam oito:
o anfitrião Carney, o chanceler alemão Friedrich Merz, o polêmico republicano dos EUA, Donald Trump, o francês Emmanuel Macron, a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni, o primeiro-minstro japonês Shigeru Ishiba, o primeiro ministro britânico Keir Starmer, e a dupla Ursula von der Leyen e Antônio Costa, presidentes da Comissão e do Conselho da UE respectivamente.
Apesar do número limitado de membros que representam os países mais desenvolvidos do mundo, o grupo pode convidar outros que tenham relevância temática relacionada às pautas do encontro e/ou destaque em sua região.
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O mais longevo chefe do Executivo na era democrática discutirá segurança energética e cadeias de minerais críticos, que são aqueles considerados essenciais para a economia e segurança nacional e estão relacionados à programação da reunião, no tópico transição energética, ante a demanda por tecnologias, por exemplo, de veículos elétricos e painéis solares.
Exemplos de minerais críticos são lítio, cobalto, níquel, terras raras, grafite e cobre, que assim são definidos devido à vulnerabilidade de suas cadeias de suprimento, podendo ser escassas em alguns países e mais concentradas em outros, como é o caso do Brasil, rico no terceiro item supracitado, em meio a outros.
Lula, além de carregar em sua pasta executiva ideias para envolver o Brasil neste tema, como líder regional da transição energética, também apresentará seus pensamentos relativos aos conflitos mundiais em curso.
O Presidente do Brasil fará um chamado pelo diálogo multilateralista, especialmente no Oriente Médio, onde Israel trava guerra com o grupo Hamas, da Palestina, há quase 2 anos, e, mais recentemente com o Irã.
Lula também quer sugerir um fundo internacional que seja usado para o financiamento de projetos de energia limpa em nações em desenvolvimento, uma proposta alinhada com a COP-30, que o Brasil sediará em 2025.
Em encontros bilaterais, Lula discutirá parcerias com líderes como Mark Carney e Friedrich Merz, chanceler da Alemanha.












