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Lula indica Messias ao STF e nomeia Boulos ministro: anúncios até terça (21) agitam a política

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    Jorge Messias
    Jorge Messias / Foto: Victor Piemonte/STF | Lula / Foto: Ricardo Stuckert | Guilherme Boulos / Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados


    Decisões presidenciais podem redefinir o equilíbrio de poder no Judiciário e na articulação governamental rumo às eleições de 2026



    Brasília, 20 de outubro 2025

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve oficializar nos próximos dias duas nomeações de impacto: a indicação do atual ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, para preencher a vaga deixada por Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF), e a ascensão do deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) à chefia da Secretaria-Geral da Presidência.

    A jogada estratégica consolida alianças e reforça a base progressista. De acordo com aliados ouvidos pela Folha de S. Paulo, os anúncios estão previstos até esta terça-feira (21), antes do embarque de Lula para uma agenda oficial na Indonésia e na Malásia.

    A escolha de Messias, um jurista de 45 anos com sólida trajetória na defesa das instituições democráticas, ganhou força após consultas recentes com ministros como Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Gilmar Mendes, que enfatizaram a necessidade de um perfil “firme” em meio a ataques contínuos à Corte.

    A movimentação não para por aí: a entrada de Boulos, líder carismático dos movimentos urbanos e articulador junto à juventude e aos setores populares, visa injetar vitalidade ao governo para as eleições de 2026, substituindo Márcio Macêdo na Secretaria-Geral – cargo que ele deve ocupar sem prazo definido de permanência.

    Lula priorizou a confiança pessoal na seleção de Messias, preterindo nomes como o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), apoiado por parte do STF, mas alinhando-se à visão petista de um Supremo alinhado ao projeto de longo prazo.

    Essa dupla indicação sinaliza uma guinada para fortalecer a defesa jurídica do Planalto e ampliar o espectro ideológico da coalizão, em um momento em que o governo busca fechar as contas públicas para o próximo ciclo eleitoral.

    As decisões, que ecoam especulações de meses, podem alterar o tabuleiro político em Brasília e reverberar nacionalmente, unindo juristas experientes a vozes de renovação social.

    Messias assumirá um papel crucial na continuidade da agenda democrática, enquanto Boulos promete agitar a articulação com a base.



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