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Lula manda embora do Alvorada 40 militares, sendo alguns do GSI, nomeados por Augusto Heleno

    O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, em fotografia capturada antes da posse, por Sergio Lima / AFP

    O chefe do Executivo acredita em conivência no ‘8 de Janeiro’: “Eu estou convencido que a porta foi aberta para essa gente entrar porque não tem porta quebrada. Ou seja, alguém facilitou a entrada deles aqui

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dispensou 40 militares que atuavam na Coordenação de Administração do Palácio do Alvorada. A dispensa ocorre após desconfiança com a atuação de militares que trabalham no governo e em meio ao processo de adaptação do chefe do Executivo na residência oficial.

    Os desligamentos foram publicadas no DOU (Diário Oficial da União), nesta terça-feira (17/1). Na semana passada, Lula disse que optou por nomear pessoas de confiança em cargos de ajudantes de ordem porque não confiava em alguns militares nomeados pelo ex-ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Augusto Heleno.

    O chefe do Executivo acredita na conivência de militares no ‘8 de Janeiro’: “Eu estou esperando a poeira baixar. Eu quero ver todas as fitas gravadas dentro da Suprema Corte, dentro do Palácio. Teve muito agente conivente. Teve muita gente da PM conivente. Muita gente das Forças Armadas aqui de dentro coniventes. Eu estou convencido que a porta do Palácio do Planalto foi aberta para essa gente entrar porque não tem porta quebrada. Ou seja, alguém facilitou a entrada deles aqui“, afirmou, de acordo com transcrição na Folha de S. Paulo.

    No encontro da semana passada, Lula também reclamou que ainda não tem onde morar devido à situação do Alvorada deixada por Bolsonaro e também pelo estado da Granja do Torto, que era ocupada pelo então ministro da EconomiaPaulo Guedes. “Estamos vivendo em um momento sui generis, eu e a Janja ainda não temos casa para morar“, disse Lula.

    Além dos que atuavam no Alvorada, também foi dispensado um militar que trabalhava na Granja do Torto e outros três do Gabinete de Segurança Institucional que trabalhavam na segurança presidencial.

    Os militares dispensados nesta terça seguem como integrantes das Forças Armadas, mas deixarão de receber a gratificação a que tinham direito por atuar na coordenação do Palácio da Alvorada.

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