Terminais beneficiados abrangem SP (CGH), MS (CGR, PMG, CMG), PA (STM, MAB, CKS, ATM) e MG (UDI, UBA, (MOC) – Congonhas (SP) receberá a fatia mais expressiva, com R$ 2 bilhões direcionados para a construção de um novo terminal de passageiros, expansão do pátio de aeronaves e incremento no número de pontes de embarque
Brasília (DF) · 11 de fevereiro de 2026
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto em Brasília, um robusto plano de financiamento destinado à ampliação, modernização e manutenção de 11 aeroportos estratégicos.
O evento, ocorrido nesta quarta-feira (11/fev), destacou a alocação de R$ 5,7 bilhões em financiamentos, com aporte significativo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no valor de R$ 4,64 bilhões, complementado por recursos privados da concessionária espanhola Aena.
Esse influxo de capital deve alavancar um total de R$ 9,2 bilhões em investimentos, promovendo não apenas eficiência operacional, mas também um estímulo econômico substancial.
Os terminais beneficiados abrangem quatro estados chave: São Paulo, Mato Grosso do Sul, Pará e Minas Gerais. Especificamente, o Aeroporto de Congonhas (SP) receberá a fatia mais expressiva, com R$ 2 bilhões direcionados para a construção de um novo terminal de passageiros, expansão do pátio de aeronaves e incremento no número de pontes de embarque.
No Mato Grosso do Sul, os aeroportos de Campo Grande, Ponta Porã e Corumbá serão modernizados para otimizar fluxos de passageiros e cargas.
No Pará, os investimentos alcançarão Santarém, Marabá, Carajás e Altamira, fomentando o turismo e o comércio regional.
Já em Minas Gerais, Uberlândia, Uberaba e Montes Claros ganharão upgrades em instalações, visando maior conectividade.
De acordo com o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o plano integra o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e projeta um aumento na capacidade anual para atender 29 milhões de passageiros adicionais.
“Estamos vivendo um ciclo de expansão da infraestrutura no Brasil“, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, durante o anúncio, enfatizando o potencial para gerar cerca de 2.900 empregos diretos e indiretos.
O cronograma prevê conclusão das obras em Congonhas para junho de 2028, enquanto os demais terminais devem estar operacionais até junho de 2026.
O foco na valorização da Embraer, destacada pelo próprio presidente Lula em sua publicação no X, reforça o compromisso com a indústria nacional.
“Mais investimentos em aviação. Crescimento do número de passageiros nos aeroportos. Aumento no turismo nacional e internacional. E valorização da Embraer, que está aumentando sua representatividade no setor aéreo brasileiro, fortalecendo a indústria nacional”, postou Lula, atribuindo os avanços a decisões políticas e ao empenho das equipes governamentais.
O projeto alinha-se a uma estratégia mais ampla para contrabalançar desafios logísticos, com ênfase em segurança e sustentabilidade.
Essa iniciativa surge em um contexto de recuperação pós-pandemia, onde o setor aéreo brasileiro registra expansão recorde.
As melhorias incluirão tecnologias avançadas para redução de emissões, alinhando-se a metas ambientais globais.
O impacto serão sentidos em regiões periféricas, como o Pará, onde os aeroportos servirão como vetores para o desenvolvimento amazônico.

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