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O presente de Ano Novo de Lula: 2025 teve a menor inflação desde 2018: “Os pessimistas estavam errados”

    Segundo o dado do IBGE, estadista prevê que “Teremos em quatro anos a menor inflação acumulada da história. Resultado de uma política econômica séria, que faz o Brasil crescer, distribuir renda e considera, em primeiro lugar, o bem-estar do povo brasileiro” – SAIBA DETALHES

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    Presidente Lula
    Presidente Lula comemora virada para o Ano Novo no Rio de Janeiro, ao lado de familiares | Imagem reprodução redes sociais
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    RESUMO

    O IBGE anunciou em 09/jan que a inflação de 2025 fechou em 4,26%, o menor índice desde 2018 e abaixo do teto da meta de 4,5%. O presidente Lula destacou o erro dos pessimistas, que previam 5%, e projetou a menor inflação acumulada em quatro anos, fruto de políticas que priorizam crescimento e bem-estar. Fontes como O Globo, UOL e Folha confirmam o resultado, impulsionado por desacelerações em energia e alimentos, apesar de preocupações com serviços. O IPCA de dezembro subiu 0,33%, o menor para o mês em anos. Esse marco, o quinto mais baixo do Plano Real, reforça a estabilidade econômica do Brasil, contrastando com choques passados e abrindo vias para investimentos equitativos.


    Brasília (DF) · 09 de janeiro de 2026

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta sexta-feira (09/jan), que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medidor oficial da inflação, encerrou 2025 em 4,26%. Esse patamar representa o menor índice anual desde 2018, quando registrou 3,75%, e posiciona o país abaixo do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), fixada em 3% com tolerância de até 1,5 ponto percentual para cima, totalizando 4,5%.

    O resultado, que supera as projeções iniciais do mercado – que apontavam para uma inflação em torno de 5% no fim de 2025 –, reflete uma trajetória de desaceleração gradual.

    Em dezembro de 2025, o IPCA avançou apenas 0,33%, o menor para o mês desde 2018, influenciado por fatores como a estabilização nos preços de energia elétrica e alimentos, apesar de pressões pontuais em serviços.

    Economistas destacam que, embora o acumulado anual tenha passado parte do período acima da meta, o fechamento dentro do intervalo de tolerância marca a primeira conquista nesse sentido no terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Lula, em publicação no X (antigo Twitter), não hesitou em celebrar o feito, contrapondo-o às críticas iniciais. “Há um ano, o mercado dizia que íamos fechar 2025 com inflação de 5%, fora da meta. Hoje, o IBGE confirma que os pessimistas estavam errados: encerramos o ano com IPCA de 4,26%, o menor índice desde 2018 e dentro da meta estabelecida para nossa economia”, afirmou.

    Ele prosseguiu enfatizando o impacto de longo prazo: “Esse dado confirma: teremos em quatro anos a menor inflação acumulada da história. Resultado de uma política econômica séria, que faz o Brasil crescer, distribuir renda e considera, em primeiro lugar, o bem-estar do povo brasileiro”.

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    O desempenho é atribuído a uma combinação de medidas fiscais rigorosas e o arrefecimento de choques externos, como os preços globais de commodities.

    No entanto, preocupações persistem com a inflação de serviços, que desacelerou moderadamente de 6,0% para uma projeção de 5,3% em 2026, refletindo melhoras no mercado de trabalho mas demandando vigilância contínua do Banco Central do Brasil.

    O resultado de dezembro foi impulsionado por uma queda nos custos de habitação, compensando altas em transportes.

    Comparativamente, o IPCA de 2025 é o quinto mais baixo desde o início do Plano Real, em 1994, conforme dados do IBGE, sinalizando uma resiliência econômica que contrasta com os desafios enfrentados em anos anteriores, como os impactos da pandemia e instabilidades geopolíticas.

    Para o futuro, projeções indicam manutenção da tendência, com a taxa acumulada em quatro anos podendo ser a menor registrada, alinhando-se às declarações presidenciais.

    O panorama fortalece a credibilidade das políticas implementadas pelo governo federal e pavimenta o caminho para investimentos e distribuição de renda mais equitativa, beneficiando diretamente camadas vulneráveis da população.

    O Brasil fica posicionado como uma das economias emergentes mais estáveis. O foco agora se volta para sustentar esse equilíbrio em meio a variáveis globais imprevisíveis.

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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