O Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, durante o lançamento em junho, do novo plano Safra de Agricultura familiar | Foto de Gabriela Biló / Folhapress
Os dados são da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, que divulgou nesta quarta-feira (9/8) a primeira quadrissemana de agosto
Os alimentos iniciaram agosto com queda de 1,4%. Se essa taxa for mantida durante todo o mês, será a maior redução inflacionária mensal do setor desde maio de 1999.
Os dados são da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), que divulgou nesta quarta-feira (9/8) a primeira quadrissemana de agosto, mostra matéria na ‘Folha de S. Paulo‘.
O período compara os preços médios das últimas quatro semanas em relação às quatro imediatamente anteriores.
A inflação dos alimentos está com evolução de apenas 0,23% neste ano, com acumulado de 1,84% em 12 meses.
No óleo de soja, por exemplo, os consumidores estão pagando a menos até 29%, quando no período de 2019 a 2022 os aumentos tornaram o produto 164% mais caro.
Já na carne bovina, os consumidores pagam neste ano 9% a menos em relação a dezembro de 2022. Nos quatro anos anteriores, os preços haviam subido 67%.
Este ano foi um período de safra recorde no Brasil, e o mesmo se espera para 2024, o que ajuda na queda dos preços no campo. A queda no varejo, no entanto, ocorre mais lentamente.

Enquanto lutamos para baixar os preços da alimentação, deixam o Rato do Paraná privatizar a Energia Elétrica, entregando nas mãos da 3G e outros financistas. Que loucura este País….
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