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Lula e Trump: contato telefônico em avaliação e encontro em terceiro país ganha força

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    Presidente LULA
    Presidente LULA ouve o discurso de DONALD TRUMP na 80ª Assembleia Geral da ONU / Montagem de imagens reprodução


    Diplomacia brasileira planeja diálogo inicial remoto antes de reunião presencial em local neutro para aliviar tensões comerciais



    Brasília, 28 de setembro de 2025

    O governo brasileiro avalia com cautela a possibilidade de uma conversa telefônica ou por videoconferência entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como primeiro passo para descongelar as relações bilaterais, tensionadas por tarifas de 50% sobre produtos brasileiros e sanções a autoridades como o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

    De acordo com reportagem do g1, a iniciativa visa mapear convergências em temas comerciais, como regulação de big techs e exploração de terras raras, sem comprometer a soberania nacional.

    O vice-presidente Geraldo Alckmin, em entrevista à RedeTV!, classificou um eventual encontro como um “marco fundamental“, enfatizando a importância do diálogo para negociações equilibradas.

    A notícia mais atualizada reforça que um encontro presencial pode ocorrer em um terceiro país, como a Malásia durante a cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean) em outubro, ou em Roma, na Itália, evitando agendas apertadas e possíveis constrangimentos, conforme interlocutores do Itamaraty revelaram ao O Globo, na sexta-feira (26/set).

    Essa estratégia surge após um breve cumprimento na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, em 23 de setembro, onde Trump elogiou Lula como “um cara legal” e sugeriu uma conversa para a semana seguinte.

    O chanceler Mauro Vieira, em declaração à CNN, indicou que o formato inicial deve ser remoto, pois “o presidente está muito ocupado, tem uma agenda muito cheia”, priorizando praticidade em meio à imprevisibilidade do líder americano.

    Especialistas como o professor Laerte Apolinário, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), defendem que o Brasil adote uma postura firme, tratando as negociações como parcerias em pé de igualdade, sem concessões unilaterais.

    Lula, em coletiva em Nova York em 24 de setembro, expressou otimismo ao afirmar que “aquilo que parecia impossível, deixou de ser impossível e aconteceu” e que “pintou uma química mesmo“, mas alertou que Trump pode ter sido “mal informado” sobre o país.

    Reportagens recentes, como a do Estadão, revelam reuniões secretas prévias envolvendo Alckmin, Vieira e emissários americanos, pavimentando o terreno para esse diálogo, que pode sinalizar uma trégua nas disputas comerciais iniciadas após a eleição de Trump em 2024.



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    1 comentário em “Lula e Trump: contato telefônico em avaliação e encontro em terceiro país ganha força”

    1. Vania Barbosa Vieira

      Cuidado Lula, Trump é um Bozo versão americana, não se engane!👀👀👀
      Tá dando de bonzinho porque está de olho no que é nosso!👀👀👀

    Os comentários estão fechados.

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