O estadista e a Primeira-Dama serão recebidos pelo imperador Naruhito, e sua esposa, Masako, a imperatriz consorte, no Palácio Imperial do Japão, a residência oficial do monarca em Tóquio – SAIBA MAIS
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O Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), fará visita oficial ao Japão nos dias 25 e 26 de março, em viagem que marca a celebração de 130 anos de relações diplomáticas, o Intercâmbio de Amizade, entre o país insular no Oceano Pacífico e o Brasil.

Lula e Janja na chegada a Cuba para G77+China – Yamil Lage/AFP
O Tratado de Amizade, Comércio e Navegação foi assinado em 5 de novembro de 1895, em Paris, na França, quando se estabeleceu oficialmente as relações diplomáticas. Neste ano de 2025, foi lançado o Ano do Intercâmbio e da Amizade Brasil-Japão.
Em 19 de novembro de 2024, Lula recebeu, no Rio de Janeiro, o primeiro-ministro do Japão, Shigeru Ishiba, que assumiu o cargo em outubro, quando ambos marcaram a viagem do presidente brasileiro ao Japão para o próximo mês de março.
Ficou combinado que uma comitiva empresarial acompanhará o chefe do Executivo federal. A confirmação da viagem de Lula ao Japão foi feita nesta sexta-feira (14/fev) pelo Itamaraty, representado pelo ministro das relações exteriores, Mauro Vieira.

A comitiva de ministros que acompanharão Lula e a Primeira-Dama do Brasil, a socióloga Rosângela Lula Silva, ainda será definida pelo estadista.
O casal será recebido pelo atual Imperador do Japão, Naruhito, e sua esposa, Masako, a imperatriz consorte, no Palácio Imperial do Japão, a residência oficial do monarca, localizada no distrito de Chiyoda, em Tóquio.
Naruhito ascendeu ao Trono do Crisântemo em 1º de maio de 2019, iniciando a era Reiwa, após a abdicação de seu pai, Akihito, sendo o 126º monarca, de acordo com a ordem tradicional de sucessão do Japão.
O imperador foi titulado Príncipe Hiro durante a infância e em 1989 se tornou herdeiro natural após a morte de seu avô, o Imperador Showa.
Lula também manterá reunião com o primeiro-ministro Shigeru Ishiba, no Japão, onde, segundo o Itamaraty, as visitas de Estado consideradas mais relevantes são organizadas apenas uma vez por ano, sendo a visita do presidente brasileiro a primeira organizada pelo país desde 2019.
“As relações entre Brasil e Japão são tradicionais e produtivas, sustentadas por laços humanos singulares. O Brasil abriga a maior comunidade nipodescendente fora do Japão, estimada em mais de 2 milhões de pessoas, com atuação expressiva nos setores do agronegócio, da indústria e da cultura, entre outras. Já o Japão abriga a quinta maior comunidade brasileira no exterior, com cerca de 211 mil brasileiros“, informou o Itamaraty.
No ano passado, o Japão foi o terceiro maior parceiro comercial do Brasil na Ásia e o terceiro maior destino de exportações brasileiras à região. O intercâmbio comercial gerado foi de US$ 11 bilhões, o que proporcionou um superávit de US$ 148 milhões.
No ano anterior, o Japão respondia por um total de US$ 35 bilhões em investimentos diretos no Brasil, informou o Banco Central. Em 2023, o país foi o nono maior estoque de IED (Investimentos Estrangeiros Diretos) e o segundo maior investidor asiático.
Os embaixadores que representam os dois países são Teiji Hayashi (do Japão no Brasil) e Octávio Henrique Dias Garcia Côrtes (do Brasil no Japão).
As comemorações dos 130 anos das relações diplomáticas entre Brasil e Japão deverão se estender durante todo o ano, disse Garcia Côrtes, enquanto Hayashi reforçou que, durante o ano de 2025, “serão muitos eventos e ações” nos dois países.
“O Japão e o Brasil são atualmente parceiros estratégicos globais, compartilhando valores e princípios fundamentais como a democracia e o estado de direito”, afirmou Hayashi, em uma mensagem publicada no site da Embaixada do Japão no Brasil.
“O ano de 2025 será uma oportunidade para celebrar a amizade entre os nossos países. Em particular, com a participação de jovens e mulheres, esperamos fortemente que este seja um momento para nutrir a próxima geração de líderes nas relações bilaterais entre o Japão e o Brasil, e para conectá-los à próxima década”. disse Hayashi, em janeiro deste ano.
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