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Lula e Janja em ‘Mulheres no Poder’: com ex-chefas de Estado, Bancada Feminina, ‘Clube de Madri’ e ‘Cipó’

    As ex-presidentas do Chile e da Costa Rica, a ex-primeira-ministra do Senegal, o estadista e a Primeira-Dama do Brasil conversaram sobre a importância das mulheres na democracia, mais participação política e menos desigualdades de gênero, além de igualdade salarial

    Ao lado de Janja Lula Silva e da ministra das Mulheres, Cida Gonçalves“, o Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), recebeu “ex-presidenta do Chile e da UNASUL, Michelle Bachelet, Laura Chinchilla, ex-presidenta da Costa Rica e Aminata Touré, ex-primeira-ministra do Senegal“, conforme noticiou o próprio estadista.

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    Conversamos sobre a importância das mulheres na democracia e a promoção de agendas por mais participação política e menos desigualdades de gênero“, prosseguiu o chefe do Executivo, em sua conta na rede social ‘X‘.

    Também falamos da lei de igualdade salarial aprovada neste primeiro ano de mandato, tão fundamental para reduzir a lacuna que existe entre a remuneração de homens e mulheres“, concluiu Lula.

    Cida também comentou o encontro em sua conta na plataforma:

    Hoje realizamos um encontro emocionante, com lideranças políticas e grandes nomes na luta por garantia de direitos das mulheres no Brasil e no mundo, para debater temas primordiais: igualdade de gênero e mais mulheres em espaços de poder“.

    Chinchilla também postou no ‘X‘ sobre o encontro: “No marco do “Diálogo Político” do Clube de Madri, estive junto com minhas colegas Michelle Bachelet e Aminata Touré, em “uma amena reunião com o presidente Lula e sua esposa Janja.

    Aminata Touré é candidata às eleições presidenciais de 2024.

    A Plataforma CIPÓ – instituto independente dedicado a clima e às Relações Internacionais, afirmou, por meio de sua conta oficial no microblog, que, “na abertura do evento ‘Mulheres no Poder'”, sua diretora-executiva, Maiara Folly, falou sobre os desafios para alcançar a igualdade de gênero em nível global.

    A CIPÓ disse que foi convidada para a realização e parceria com o Ministério das Mulheres, que também buscou o Clube de Madri – maior fórum mundial de antigos Chefes de Estado e de Governo – organização independente e sem fins lucrativos para a promoção da democracia e mudança na comunidade internacional, composta por 89 ex-presidentes e ex-primeiros-ministros de 58 países.

    O Clube de Madri informa este encontro de Brasília, em sua plataforma, como sendo ‘O Diálogo Político Anual 2023: ‘Repensando o Desenvolvimento Social para as Pessoas e o Planeta‘, que teve início na segunda-feira (13/11) e encerramento nesta terça-feira (14/11), com foco no avanço de questões ecológicas, políticas e urgentes reformas sociais de uma forma unificada e coerente.

    Imagem reprodução | Club de Madrid


    Também participaram do encontro a deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) – coordenadora-geral da Bancada Feminina na Secretaria da Mulher da Câmara dos deputados, e outras parlamentares.

    A primeira-dama do Brasil, Rosângela Lula Silva, foi convidada de honra e discursou expressando preocupação com o fato de o Brasil estar em penúltimo lugar em número de mulheres no Congresso, ao se comparar com países latino-americanos e caribenhos.

    Na mesma rede social, Janja argumentou sobre o ‘Mulheres no Poder: estratégias para a implementação do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU para Alcançar a Igualdade de Gênero‘:

    Foi uma honra me juntar à ministra Cida Gonçalves nesse momento para reafirmar a importância da promoção e garantia de direitos para todas as mulheres. Estas mulheres de diferentes regiões, entre elas a ex-presidenta do Chile, Michelle Bachelet, da Costa Rica, Laura Chinchilla e a ex-primeira-ministra do Senegal, Aminata Touré, além da nossa deputada federal Benedita da Silva, foram corajosas e desafiadoras e se tornaram Presidentas e Primeira-Ministras de seus países“.

    Colocaram suas vidas a serviço de seu povo, mesmo enfrentando os desafios sistêmicos e a misoginia, seguiram adiante em sua tarefa histórica. Nesse lugar que ocupo hoje, o machismo e a misoginia me atacam de muitas formas. Sou uma mulher que sempre esteve envolvida com questões políticas e sociais, sou vocal sobre essas questões tanto em casa quanto em minhas atividades. Nossa contribuição é importante e válida. E no meu caso, minha voz pode ampliar e reverberar muitas outras vozes e mensagens“, escreveu Janja.

    “Com a liderança da ministra Cida e o trabalho de todo o Ministério das Mulheres, seguiremos trabalhando na transversalização das questões de gênero em todas as políticas e ações do governo, crucial para avançar na construção da igualdade de gênero. Os desafios ainda são grandes, mas nossa determinação também!“, concluiu a Primeira-Dama do Brasil.

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