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Lula diz que Trump ficou “surpreso” com um detalhe na aplicação de sanções a ministros (vídeo)

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    Presidente LULA
    Presidente LULA conversa com jornalistas na Malásia |27.10.2025| Imagem reprodução/CanalGov


    Presidente também afirmou que “quem imaginava” que ele não fosse ter relação com os EUA, “perdeu!” – relato foi feito em conversa com jornalistas na Malásia – LEIA, ASSISTA e ENTENDA



    Kuala Lumpur, Malásia, 27 de outubro 2025

    O Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em relato a jornalistas sobre seu encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Malásia, revelou ter feito “questão de entregar um documento” detalhando a agenda bilateral.

    Lula afirmou que o material visava estabelecer uma relação “produtiva para os dois países e para a democracia”.

    O documento, que foi lido por Trump na frente de Lula, segundo o estadista, detalhava os termos do Brasil em pautas sensíveis, como “a discussão da lei Magnitsky”, “a discussão da taxação”, a instabilidade na Venezuela e o debate sobre o que foi chamado de “greve da Ucrânia”.

    Lula concluiu que a relação entre Brasil e Estados Unidos está “estabelecida”, mandando um recado a opositores: “Quem imaginava que eu não ia ter, perdeu!”.

    O ponto que causou maior impacto e surpresa referiu-se às medidas punitivas dos EUA a autoridades brasileiras.

    Segundo o relato de Lula, Trump “ficou até surpreso” ao tomar conhecimento dos detalhes de uma sanção que atingia “nosso ministro”.

    O documento esclarecia que a punição ia além do agente público, o Ministro da Saúde, alcançando “uma filha dele de 8 anos”.

    Quem estava presente na reunião, afirmou Lula, “viu que ele ficou surpreso” diante da severidade e da extensão das punições familiares relatadas.

    O material, que continha “tudo lá escrito”, conforme disse o Presidente, evidencia que o diálogo estratégico entre o Brasil e os Estados Unidos é profundo e abrange o espectro completo das tensões internacionais e mecanismos legais, como a Lei Magnitsky.

    O objetivo do documento, conforme o relato de Lula, é solidificar laços e garantir que a cooperação diplomática permaneça ativa e alinhada com os princípios democráticos, independentemente de quem “estava lá”.



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