Plano do Ministério do Meio Ambiente em parceria com Incra, ICMBio e a Secretaria de Patrimônio da União beneficiará moradores de áreas de preservação
O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dará início a um novo benefício de assistência social e ambiental chamado “Bolsa Verde“, que prevê o pagamento de uma pequena quantia a famílias em situação de extrema pobreza e que vivam em áreas relevantes para preservação ambiental.
Caso o programa tenha as regras mantidas durante seu funcionamento no governo da ex-presidente Dilma Rousseff e em parte da gestão de Michel Temer, o Ministério do Meio Ambiente pagará um valor a “cada três meses a essas famílias para garantir ao menos a sua subsistência com recursos básicos, desde que elas se comprometem a cuidar da região onde vivem, a utilizar os recursos naturais locais de forma sustentável e a preservar a natureza, além de ajudar no trabalho de monitoramento e de proteção dessas áreas“, diz a matéria de André Borges, no Estadão, conforme reproduzida no UOL.
Para isso, “os recursos para a iniciativa” considerada “uma das prioridades da pasta em 2023“, “ já estão previstos em R$ 200 milhões no orçamento” para o plano que prevê “parceria com Incra, que controla o cadastro rural, e o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), que administra as unidades de conservação federais. A Secretaria de Patrimônio da União também deverá atuar como parceira do programa“.
“Os fiscais ambientais do Ibama e do ICMBio (…) não têm condições de estarem em todos os locais do País ao mesmo tempo” e “essas famílias acabam desempenhando um papel importante para apoiar a conservação e a proteção das florestas” avalia o governo Lula sobre o alvo do programa: as famílias que vivam próximas de áreas de conservação ambiental. Essas áreas deverão ser definidas pelo governo federal, conforme suas prioridades.

Essa ideia e ótima!
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