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Lula defende cassação de todos os parlamentares da extrema direita amotinados no Congresso (vídeo)

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    O presidente
    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) volta à Mesa Diretora sob tensão após negociação com bolsonaristas “amotinados” na casa legislativa em defesa do réu no STF por tentativa de golpe de estado, Jair Bolsonaro / Foto: Pedro Ladeira/Folhapress | O Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante discurso em que defendeu a cassação dos parlamentares que pararam o Congresso Nacional / Imagem reprodução | Sobreposição de imagens


    Deveria ter um impeachment. São esses deputados e senadores que ficam tentando fazer greve para não permitir que funcione a Câmara ou o Senado. Verdadeiros traidores da pátria“, afirma o estadista



    Brasília, 09 de agosto de 2025

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se manifestou publicamente em defesa da cassação de mandatos de parlamentares que participaram de protestos e ocuparam as mesas diretoras do Congresso Nacional.

    A declaração, feita durante um evento no Acre, gerou grande repercussão no cenário político, com o presidente rotulando os congressistas como “verdadeiros traidores da pátria“.

    Segundo ele, a paralisação das atividades do legislativo é uma afronta à democracia e, por isso, os responsáveis deveriam ser alvo de medidas punitivas.

    A fala ocorre em um contexto de tensão entre os poderes e de manifestações de oposição contra o Supremo Tribunal Federal (STF).

    A manifestação dos parlamentares ocorreu em protesto à prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), determinada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.

    Os congressistas de oposição pressionam para que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), paute o impeachment do ministro, mas a declaração de Lula mudou o foco do debate para a possível punição aos próprios parlamentares.

    A oposição, por sua vez, repudiou a fala do presidente, argumentando que a ocupação da mesa é um instrumento histórico de protesto e que a declaração de Lula seria uma tentativa de intimidação.

    Durante o discurso, o presidente Lula também defendeu o ministro Alexandre de Moraes, pedindo ao senador Petecão (PSD-AC) que não assinasse o pedido de impeachment contra o ministro, pois ele estaria garantindo a democracia.

    O presidente afirmou ainda que o governo brasileiro não se deixará intimidar por ameaças externas, em uma referência clara a declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a soberania do país.

    A crise política se aprofunda e coloca em evidência a polarização do país. Enquanto o presidente defende a punição de opositores, a oposição acusa o governo de tentar calar os protestos e de ameaçar a liberdade de expressão.

    A situação no Congresso Nacional e a relação com o STF continuam instáveis, com os parlamentares reafirmando que não se intimidarão com as ameaças e que o bloco de oposição se manterá coeso na defesa da liberdade.



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