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Lula assina com Telebras para conectar escolas na Amazônia à internet e “joga no lixo” Starlink de Musk

    Influencer diz que “após acordo no governo Bolsonaro, Musk divulgou fake-news de que serviria internet a escolas, mas sua internet só serviu a GARIMPEIROS ASSASSINOS E CRIMINOSOS na Amazônia” – ENTENDA

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    HAHAHAHAHA Lula assinou para que a TELEBRAS conecte escolas na Amazônia à internet e jogou no lixo a Starlink do Elon Musk“, diz em sua conta na rede social ‘X‘ o empresário e influenciador digital Thiago dos Reis.

    O youtuber disse ainda que “após acordo no governo Bolsonaro, Musk divulgou fake-news de que serviria internet a escolas mas sua internet só serviu a GARIMPEIROS ASSASSINOS E CRIMINOSOS na Amazônia“.

    Reis completou dizendo: “PRA ISSO QUE FIZ O L“.

    Veja abaixo e saiba o que aconteceu, a seguir:



    Há quase um ano, o governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil), se queixou dos investimentos do bilionário Elon Musk na Amazônia Legal, chegando a afirmar que os aportes não estavam alinhados a políticas públicas e, com isso, acabaram por favorecer o acesso à web de criminosos da região.

    Segundo Lima, conforme mostrou uma matéria do jornal ‘O Globo‘, em junho de 2023, apenas três escolas públicas do estado receberam gratuitamente, até aquele momento, as antenas que são comercializadas por representantes da companhia de Musk e que dão o acesso à internet.

    Na ocasião, um levantamento do Ibama divulgado pelo jornal apontou que onze kits para internet da Starlink foram apreendidos em áreas de garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami. O instituto e a Polícia Rodoviária Federal buscaram interromper o acesso e inviabilizar a atuação dos criminosos na região.

    Agora, nesta sexta-feira (24/5), uma publicação do ‘Portal360‘ mostra que a Anatel decidiu, a pedido do Palácio do Planalto, que a estatal Telebras levará internet para escolas em locais remotos.

    O texto diz que o Governo Lula decidiu criar um sistema de acesso à internet via satélite. A proposta inicial de contratar a Starlink, empresa de Elon Musk, foi rejeitada. A antiga estatal, Telebras, será responsável por esse sistema especial de acesso à internet disponível apenas para escolas.

    A decisão de 17 de maio foi tomada pelo Gape (Grupo de Acompanhamento do Custeio a Projetos de Conectividade de Escolas), responsável pela conectividade das escolas. O grupo gerencia o dinheiro que as operadoras de telecomunicações alocam para esse fim (ou seja, os consumidores pagam por isso). Faz parte do leilão do 5G em 2021. Eles devem fornecer R$ 3 bilhões até 2026.

    O Gape tem 8 membros: 4 das operadoras, 2 da Anatel, 1 do Ministério das Comunicações e 1 do Ministério da Educação. O presidente do Gape, Vicente Aquino, decidiu que as operadoras não poderiam votar neste caso devido a conflitos de interesse. Apenas representantes da Anatel e do governo votaram.

    A ata da reunião ainda não foi divulgada. Estima-se que haja 20.000 escolas em áreas remotas. O Gape aceitou a proposta do Ministério das Comunicações de conectá-las com um programa operado pela Telebras. Um dos objetivos do Novo PAC é fornecer internet para 138.000 escolas públicas.

    Em agosto de 2023, o Ministério da Educação publicou regras para a internet em escolas remotas. Houve preocupação de que apenas o Starlink pudesse atender à velocidade mínima. Em outubro, o ministro da Educação, Camilo Santana, cancelou a portaria e disse que seria reavaliada. A empresa estatal contrata satélites para os serviços que presta ao governo.

    A Anatel disse por meio de nota que a decisão do Gape foi resultado de uma proposta do Ministério das Comunicações com apoio do MEC. Os dois ministérios têm representantes no grupo, que também votaram.

    “No último dia 17 de maio de 2024, o Gape decidiu aderir à política pública do Gesac, criado pela Portaria MC nº 256, de 13 de março de 2002, e regido atualmente pela Portaria nº 2.460, de 23 de abril de 2021, para conexão com internet via satélite em escolas públicas de educação básica. A decisão foi embasada em solicitação realizada pelo Ministério das Comunicações, com o apoio do Ministério da Educação. A escolha do Gesac atende às diretrizes estabelecidas pela Estratégia Nacional de Escolas Conectadas – Enec, estabelecidas pelo Comitê Executivo da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas – Enec, por meio da Resolução nº 2, de 22 de fevereiro de 2024″.

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