ARRASTE 0%
Português Inglês Irlandês Alemão Sueco Espanhol Francês Japonês Chinês Russo
```html ```
Avançar para o conteúdo

Lira diz que vai “subir o sarrafo” em quem pode propor no STF Ações Diretas de Inconstitucionalidade

    “Temos parlamentares que têm coragem de enfrentar esse tema”, assegurou sobre as Ações Diretas de Inconstitucionalidade – proposta perante a Corte quando se tratar de inconstitucionalidade de norma ou ato normativo federal ou estadual perante a Constituição Federal

    Receba notícias do Canal Urbs Magna no WhatsApp

    O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) afirmou neste sábado (27/4), durante a abertura da ‘89ª ExpoZebu‘ em Uberaba (MG), organizada pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), que quer “subir o sarrafo” de quem pode propor Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal, inclusive contra decisões do parlamento.


    A mudança nas ADI exigiria aprovação de emenda constitucional, com aprovação de três quintos dos votos dos deputados (308) e dos senadores (49), em dois turnos em cada casa parlamentar. As ações diretas de inconstitucionalidade estão previstas na Constituição Federal (artigos 102 e 103).

    A norma diz que podem pedir ADI:
    Presidente da República;
    Mesa do Senado Federal;
    Mesa da Câmara dos Deputados;
    Mesas de Assembleias Legislativas ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal;
    Governadores de Estado ou do Distrito Federal;
    Procurador-Geral da República;
    Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil;
    partidos políticos com representação no Congresso Nacional;
    e confederações sindicais ou entidades de classe de âmbito nacional.


    O presidente da Câmara prometeu, conforme transcrição de suas falas feitas pelo portal de notícias ‘Agência Brasil‘, que até o final do seu mandato, em janeiro de 2025, discutirá a nova legislação sobre desmatamento ilegal e exploração de minério ilegal no país.


    Reforma tributária

    Lira prevê no seu mandato votar a regulamentação da reforma tributária. A tramitação na Câmara dos Deputados não terá relator único.


    Dos 513 deputados, 324 pertencem à Frente Parlamentar da Agropecuária, com membros da base do governo e da oposição. Arthur Lira prometeu que o agronegócio, assim como saúde e educação, terá tratamento “diferenciado” na regulamentação da nova legislação dos tributos.

    Diante da plateia ruralista, o presidente da Câmara ainda criticou as manifestações ocorridas no Abril Vermelho, campanha tradicional pró reforma agrária que esse ano promoveu 24 ocupações em 11 estados.


    Receba notícias do Canal Urbs Magna no WhatsApp

    文