Sobrinho de Bolsonaro registrou a prova contra si mesmo durante participação nos atos golpistas quando ele estava na marquise do Congresso Nacional e nas proximidades da Corte máxima de Justiça do Brasil – SAIBA MAIS
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Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu nesta sexta-feira (28/fev) receber denúncia e tornar réu Leonardo Rodrigues de Jesus, o Léo Índio, primo dos três filhos mais velhos do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Léo Índio é acusado de participar dos atos antidemocráticos que levaram à invasão das sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023, em Brasília.
O colegiado deu aval ao pedido de abertura de ação penal contra ele feito pela Procuradoria-Geral da República.
A PGR apontou os crimes de associação criminosa armada; tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado; e dano qualificado pela violência.
Alexandre de Moraes é o relator do caso e votou pela abertura da ação.
Em sua denúncia, a PGR afirmou que “há provas suficientes” de que Léo Índio participou dos atos do 8 de janeiro.
Ele publicou imagens durante os ataques e pode ter instigado a invasão dos prédios dos Poderes da República.
Moraes considerou que há “justa causa” para a ação penal, ressaltando que “não existirá um estado democrático de direito sem que haja Poderes de Estado“.
O julgamento da conduta de Léo Índio ocorrerá posteriormente, após a coleta de provas e depoimentos.
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