“Há meses o governo de extrema direita vem exortando seus apoiadores a não responderem às pesquisas de opinião”, disse pesquisador ao jornal francês
Le Monde explica como institutos de pesquisas brasileiros subestimaram tanto o voto em Bolsonaro. Parte do fracasso resulta de uma sabotagem organizada no topo do Estado, disse ao jornal o pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, Mathias Alencastro. Há meses o governo de extrema direita vem exortando seus apoiadores a não responderem às pesquisas de opinião.
Segundo o pesquisador, também ocorreram falhas na campanha de LULA, que beneficiaram Bolsonaro, como um atraso nas redes sociais e um discurso muito consensual, prometendo “livros” e “amor”, enquanto seu rival aposta em “armas” e “ódio”.
Já a cientista política Mayra Goulart apontou “falta de dados”, com modelos dos questionários mal calibrados, não levando em conta o aumento exponencial da população evangélica, amplamente favorável a Bolsonaro, “apesar do retorno da fome, do desmatamento selvagem e da tragédia provocada pela Covid-19“.
O resumo das declarações de ambos ao jornal estão no rfi. A mídia também disse que, para o Le Monde, o apoio de Simone Tebet (MDB) será decisivo para LULA. A Rádio França Internacional citou a agência AFP, que ouviu outros analistas como Bruna Santos, do Brazil Institute no Wilson Center de Washington. Ela afirma que Tebet e Ciro Gomes (PDT) serão muito cortejados, pois juntos tiveram cerca de oito milhões de votos e seus apoios podem decidir o próximo presidente.

E “tato demais”!
Por que não metem o dedo na ferida de uma vez?!…
O povo é despolitizado! O evangélico não passa de zumbi! E grassa a canalhice!
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