ARRASTE 0%
Português Inglês Irlandês Alemão Sueco Espanhol Francês Japonês Chinês Russo
```html ```
Avançar para o conteúdo

Lava Jato: processos de Tacla Duran são retirados em segredo do gabinete de Appio e arquivados por Hardt, diz site

    Juiz Eduardo Appio denuncia manobra ilegal envolvendo acusações contra Sergio Moro – SAIBA MAIS

    COMPARTILHE:

    ✅ UrbsMagna no WhatsApp
    ——-Canais de Notícias——-
    ➡️ UrbsMagna no Telegram


    Brasília, 8 de abril de 2025

    Em um novo capítulo da conturbada saga da Operação Lava Jato, o juiz federal Eduardo Appio revelou que processos relacionados ao advogado Rodrigo Tacla Duran foram retirados de forma clandestina de seu gabinete na 13ª Vara Federal de Curitiba e entregues à juíza Gabriela Hardt, que os arquivou no mesmo dia.

    A denúncia, publicada pelo Jornal GGN, expõe mais uma suposta irregularidade nos bastidores da operação que marcou a justiça brasileira.

    De acordo com Appio, os processos em questão estavam ligados às acusações de Tacla Duran contra o ex-juiz e atual senador Sergio Moro, incluindo alegações de extorsão durante as negociações de acordos na Lava Jato.

    “Os processos foram subtraídos do meu gabinete e entregues a Gabriela Hardt”, afirmou o magistrado, destacando que, em 27 de março de 2023, Hardt arquivou as suspeições que questionavam sua própria atuação no caso, levantando suspeitas de conflito de interesses.

    A controvérsia ganhou destaque após Tacla Duran, ex-advogado da Odebrecht, prestar depoimento a Appio em março de 2023, acusando Moro e o ex-procurador Deltan Dallagnol de práticas ilícitas.

    O juiz, então, encaminhou o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF) devido ao foro privilegiado dos acusados, mas a movimentação secreta dos autos reacendeu debates sobre a imparcialidade da Lava Jato.

    O Brasil de Fato detalhou que Duran alega ter sido extorquido em US$ 5 milhões por aliados de Moro para evitar prisão.

    O advogado Rodrigo Tacla Duran, acusado pela Lava Jato de lavagem de dinheiro | Imagem Estadão

    LEIA MAIS APÓS OS ANÚNCIOS

    Jornais de renome já haviam apontado que a chegada de Appio à 13ª Vara, em 2023, reacendeu tensões com antigos expoentes da operação, como Moro e Dallagnol, que negam as acusações.

    Moro, por sua vez, declarou que as denúncias de Duran são “falsas” e pediu que o caso permanecesse na primeira instância, rejeitando o foro privilegiado que ele próprio critica.

    A substituição de Appio por Hardt também foi questionada. Segundo o Consultor Jurídico, Appio revogou um mandado de prisão contra Duran emitido por Moro em 2016, argumentando que a medida violava garantias constitucionais.

    No entanto, o desembargador Marcelo Malucelli, pai de um sócio de Moro, tentou restabelecer a prisão de Duran, intensificando as suspeitas de interferências.

    A denúncia de Appio sugere uma guerra de bastidores para proteger a narrativa da Lava Jato. As acusações de Duran, feitas desde 2017, podem gerar nulidades em processos da operação caso sejam comprovadas.

    Enquanto isso, a manobra relatada por Appio reforça críticas sobre a condução da Lava Jato, que já teve Moro declarado parcial pelo STF em 2021, conforme noticiado pelo Jornal GGN.

    A história expõe um embate jurídico e político que continua a dividir opiniões, com implicações que podem reverberar no Congresso e na Justiça brasileira.

    ✅ UrbsMagna no WhatsApp
    ——-Receba Notícias———
    ➡️ UrbsMagna no Telegram


    Redes Sociais

    文

    Discover more from Urbs Magna

    Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

    Continue reading