[imagem_destacada]
Novo capítulo na disputa contra suposta censura do ministro do STF envolve Flórida e liberdade de expressão nos EUA – SAIBA MAIS
COMPARTILHE:
✅ UrbsMagna no WhatsApp
——-Canais de Notícias——-
➡️ UrbsMagna no Telegram
![]()
Brasília, 18 de junho de 2025
A Corte Distrital Central da Flórida emitiu, nesta terça-feira (17/jun), uma nova menção ao ministro brasileiro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, atendendo a um pedido do polêmico presidente republicano dos EUA, Donald Trump.
Ele seguiu as argumentações da Trump Media & Technology Group e da Rumble, que acusa magistrado de “censurar” conteúdos publicados em nestas plataformas, do lado do Brasil.
O ministro relator dos inquéritos em defesa da democracia brasileiro estaria, segundo as emprecas supracitadas, violando a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos da América.
Resumidamente, o trecho referido proíbe o Congresso estadunidense de produzir lei “…restringindo a liberdade de expressão, ou da imprensa…“
Moraes tem 21 dias para responder ou poderá ser declarado em revelia.
A ação, movida no mesmo tribunal onde tramita um processo iniciado em fevereiro de 2025, ganhou um aditamento em 6 de junho, no qual Trump Media e Rumble pedem indenizações por prejuízos à reputação, perda de receita e oportunidades comerciais.
As empresas alegam que Moraes ordenou a remoção de contas de influenciadores brasileiros de direita, como Allan dos Santos, e impôs sanções que afetam suas operações nos EUA.
A citação anterior, de março, foi frustrada, o que motivou o novo pedido.
Moraes é acusado de agir “além de sua autoridade” ao tentar aplicar leis brasileiras em solo americano, exigindo, por exemplo, que Rumble nomeie um representante legal no Brasil.
LEIA MAIS APÓS OS ANÚNCIOS
As empresas também citam o inquérito contra Eduardo Bolsonaro, deputado licenciado do PL-SP, como prova de “abuso de autoridade”.
Eduardo é investigado por supostamente buscar sanções internacionais contra o Brasil para pressionar o STF.
A Rumble, suspensa no Brasil desde fevereiro de 2025 por descumprir ordens de Moraes, e a Trump Media, que opera a rede Truth Social, argumentam que as decisões do ministro ameaçam o “debate aberto e robusto” nos EUA.
Elas pedem que as ordens do STF sejam declaradas “inexequíveis” em território americano e que Moraes seja impedido de pressionar empresas como Apple e Google para remover o aplicativo Rumble de suas lojas.
O Supremo Tribunal Federal informou que Moraes não se manifestará sobre o caso. A Advocacia-Geral da União (AGU) acompanha a ação nos EUA, mas a falta de notificação formal conforme tratados internacionais, como a Convenção da Haia, pode limitar a validade do processo.
A juíza Mary Scriven, em decisão anterior, negou uma liminar por ausência de provas concretas de censura nos EUA.












