
CAZUZA e sua mãe, LUCINHA ARAÚJO – imagem reprodução redes sociais | MARCO FELICIANO em entrevista ao IANG TV – imagem reprodução
Deputado terá que pagar R$ 80 mil por uso ofensivo de imagem e músicas do artista em 2017 – SAIBA MAIS
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Brasília, 04 de maio de 2025
O deputado federal Marco Feliciano (PL-SP) foi condenado pela 16ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro a pagar R$ 80 mil em indenização a Lucinha Araújo, mãe do cantor Cazuza, por ataques homofóbicos veiculados em 2017.
A decisão, confirmada em segunda instância, considerou que Feliciano utilizou imagens e músicas de Cazuza em publicações nas redes sociais para “atacar a honra” do artista e a comunidade LGBTQIA+, em desrespeito aos valores de liberdade e diversidade defendidos por Cazuza.
A desembargadora Maria Augusta Vaz Monteiro de Figueiredo rejeitou os argumentos da defesa do deputado, que alegava imunidade parlamentar, destacando que a conduta extrapolou os limites de sua função e promoveu discurso de ódio.
Lucinha Araújo, presidente da Sociedade Viva Cazuza, que atua no combate à AIDS, moveu a ação solicitando a remoção dos conteúdos ofensivos e uma indenização inicial de R$ 120 mil.
A Justiça entendeu que as postagens de Feliciano contradiziam a trajetória de Cazuza, um ícone da música brasileira que se posicionava em defesa dos direitos civis e da diversidade.
A defesa do deputado argumentou que não houve dano direto à mãe do artista, já que Cazuza faleceu, mas o tribunal manteve a condenação, reforçando que a imunidade parlamentar não pode ser usada como escudo para ataques discriminatórios.
A decisão judicial representa um marco na luta contra a homofobia no Brasil, especialmente em um contexto de polarização política.
A condenação de Feliciano, que já enfrentou outras acusações por declarações contra a comunidade LGBTQIA+, reforça a responsabilidade de figuras públicas no uso das redes sociais e na promoção de discursos que respeitem a dignidade humana.
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O caso, amplamente noticiado, destaca a importância de preservar a memória de artistas como Cazuza, cujo legado continua a inspirar movimentos por igualdade e justiça social.













Este pastor deputado não se limita em pregar a palavra do evangelho, ele prega o ódio, o preconceito, a hipocrisia, a intolerância, enfim, tudo o que NÃO faz é evangelizar…
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