A bolsonarista quis lacrar com argumentos infantis, mas lá estava o consagrado gestor da Economia brasileira para lembrá-la do governo passado – ASSISTA
Brasília, 24 de setembro de 2025
A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) protagonizou um momento de alta tensão durante audiência na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (24/set).
A parlamentar, conhecida por seu alinhamento ao ex-presidente Jair Bolsonaro, chamou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de “Taxad” e questionou abertamente sua dedicação à família, alegando que ele só pensa em aumentar impostos.
A resposta do ministro foi uma invertida precisa, relembrando o cenário fiscal caótico deixado pelo governo anterior, o que expôs fragilidades nos argumentos da oposição.
A sessão, que discutia temas como a tributação das Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) e dívidas do setor rural no Rio Grande do Sul, começou tensa quando o deputado Delegado Caveira (PL-PA) iniciou as provocações
“É o Taxad, sim, que todo mundo está falando“, disparou Caveira, elogiando o ex-ministro Paulo Guedes e criticando os 38 ministérios do governo Luiz Inácio Lula da Silva.
A fala gerou imediata reação de petistas, como o deputado Marcon (PT-RS), resultando em um bate-boca generalizado: “Cala a boca, deputado. Só pode ser do PT. Quanto não está roubando, está mentindo“, rebateu Caveira, enquanto Marcon negava as acusações de roubo.
RECEBA NOSSAS ÚLTIMAS NOTÍCIAS EM SEU E-MAIL
Foi nesse clima de ebulição que Zanatta assumiu o microfone para seu “chilique”, como viralizou nas redes sociais.
“Eu não vou dar boa tarde para o senhor, porque eu não dou boa tarde para quem aumenta impostos a fora de 37 dias no Brasil. Pelo amor de Deus, ministro, o senhor não deve mais falar com sua mulher, não deve nem ter tempo, porque o senhor a todo momento quer aumentar imposto“, ironizou a deputada, reforçando o apelido “Ministro da taxação, Fernando Taxad”.
A provocação pessoal, que insinuava uma obsessão fiscal em detrimento da vida privada, levou Haddad a intervir fora do microfone, pedindo que não se mencionasse sua esposa.
Zanatta recuou, mas prosseguiu criticando a proposta de taxação das LCAs como uma “canalhice“, alegando que o governo ignora cortes de gastos e só visa arrecadar mais.
Não se deixando abater, Haddad contra-atacou com fatos históricos, apontando que a maior distorção tributária ocorreu no governo Bolsonaro, com a não atualização da tabela do Imposto de Renda (IR), que penalizou milhões de trabalhadores de baixa renda.
“A maior amplitude de carga tributária foi feita no governo anterior, quando não houve revisão no IR“, afirmou o ministro, rebatendo as acusações de Zanatta sobre o déficit fiscal.
Ele lembrou que o PL e aliados produziram resultados negativos no passado, deixando um rombo que exigiu a PEC da Transição para correção.
“Se o senhor quer taxar bets, super-ricos e bancos para isentar quem Bolsonaro cobrou, isso o senhor pode usar o apelido à vontade“, ironizou Haddad, defendendo uma justiça tributária que mira os “BBB’s” – bets, bilionários e bancos – em vez da classe média.








Bolsonarista endoidaram de vez
O que essa mãe destrambelhada irresponsável está falando?
Levou o próprio bebê no “trabalho” para fazer algazarra, não entende de nada, não estuda e ainda quer dar chilique, defender o povo é que não é, ainda se nega a cumprimentar quem convidou para uma conversa, educação seria o mínimo que essa moça deveria ter…
Os comentários estão fechados.