O Museu da Lava Jato em Curitiba está organizando um jantar provocativo nesta segunda-feira, 1º de abril, com o prato principal sendo marreco desossado, em referência ao senador Sergio Moro, que está sendo julgado pelo TRE-PR e pode ter o mandato cassado – VEJA O CONVITE
O Museu da Lava Jato em Curitiba está organizando um jantar provocativo nesta segunda-feira, 1º de abril, com o prato principal sendo marreco desossado, em referência ao senador Sergio Moro, que está sendo julgado pelo TRE-PR e pode ter o mandato cassado.
O evento terá início às 18h30 no tradicional Bar do Alemão, no Centro Histórico da Capital paranaense. De acordo com o portal ‘Bem Paraná‘, a escolha do nome do prato principal alude o apelido pejorativo atribuído a Moro devido à sua dicção.
Segundo o texto, o estabelecimento foi escolhido por ter o prato em seu cardápio.
O Museu da Lava Jato questiona os métodos e intenções de atores ligados à Operação Lava Jato, como Sergio Moro e Deltan Dallagnol, e abriga o Memorial da Vigília Lula Livre.
Leia a publicação no Instagram:
“Convite Especial: Jantar no Bar do Alemão – Schwarzwald em Curitiba
Para celebrar a sessão ordinária de julgamento do TRE na segunda-feira (01/04) o Museu da Lava Jato reservou o icônico Bar do Alemão – Schwarzwald, para um jantar.
Data Especial: 1º de Abril, segunda-feira 🗓️
Horário: A partir das 18h30
Para esta ocasião, o destaque do menu será o Marreco Desossado, uma iguaria que promete deliciar o paladar de todos os presentes. Preparado com maestria, um marreco serve até 3 pessoas, tornando-se a escolha perfeita para compartilhar entre amigos e familiares.
Como Participar:
Marreco Sob Encomenda: Para apreciar o marreco, é necessário fazer a encomenda e confirmar sua participação até a manhã do dia 1º de Abril para garantir seu lugar nesta celebração gastronômica!
Estamos ansiosos para compartilhar essa experiência com você.
SOBRE O MUSEU DA LAVA JATO
“O Repositório Digital para Construção do Museu da Democracia, lançado nesta semana pelo governo Lula como parte das iniciativas para marcar o primeiro ano dos ataques golpistas de 8 de janeiro, virou notícia na Folha de S. Paulo. A iniciativa, do Ministério da Cultura e do Ibram (Instituto Brasileiro de Museus), inclui o Museu da Lava Jato em seção que lista projetos de memória elaborados pela sociedade civil e “voltados à compreensão das questões contemporâneas da democracia brasileira”.
Desenvolvido por juristas, jornalistas e historiadores, o Museu da Lava Jato abrange um centro de documentação com acervo jurídico e jornalístico sobre a operação, um núcleo de pesquisa sobre a “lawfare” no Brasil e um memorial dedicado à Vigília Lula Livre. Seu propósito é “rememorar criticamente” os eventos relacionados à Lava Jato, abordando questões como a espetacularização das investigações e o impacto das mesmas não só no cenário político (incluindo o impeachment de Dilma Rousseff e a prisão de Lula), mas também na economia brasileira (com a afetação de setores como o da construção civil e a indústria naval).
O Museu argumenta que a Lava Jato, que deveria ser uma operação estritamente jurídica, acabou sendo marcada por seu viés político-ideológico, resultando na perseguição (principalmente, mas não somente) de figuras políticas mais associadas à esquerda do espectro político, tudo isso a partir de uma associação com a imprensa que resultou numa cobertura midiática intensiva e desequilibrada, que influenciou de sobremaneira na formação da opinião pública.
Por isso, o lema do Museu da Lava Jato é “lembrar para não repetir”, com a instituição tendo a missão de recordar e analisar criticamente o processo histórico que levou aos desdobramentos da operação.
Além do Museu da Lava Jato, o Repositório Digital inclui outras 13 iniciativas da sociedade civil e é a primeira ação relacionada ao Museu da Democracia, prometido pela ministra da Cultura Margareth Menezes.
O site é interativo e aberto à participação da sociedade, visando incluir novas iniciativas e conteúdos”.
