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Jornalista cala brasileiro eleito deputado em Portugal ante ignorância e tentativa de “reescrever história” (vídeo)

    Marcus Santos, do partido de extrema-direita ‘Chega’, foi INACREDITÁVEL ao falar tanta besteira que Leonardo Sakamoto nem quis perder seu tempo, enquanto Diego Sarza teve que dar aula, explicar que não existe “racismo reverso” e deu fim à entrevista para não ‘queimar’ o site – ASSISTA

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    O brasileiro eleito deputado em Portugal pelo partido de extrema direita ‘Chega‘, no domingo (10/3), o carioca Marcus Vinicius Teixeira Soares dos Santos, foi entrevistado pelo ‘UOL‘, onde expôs suas ideias sobre o tema “racismo“, mas acabou surpreendendo negativamente os jornalistas Leonardo Sakamoto e Diego Sarza, por tantos absurdos ditos no programa.

    Sarza foi obrigado a interromper a fala de Santos enquanto Sakamoto nem tentou se envolver na discussão ante a completa falta de noção do parlamentar luso-brasileiro.

    Ao ser perguntado sobre o preconceito de cor, Santos afirmou que, segundo diz o “dicionário“, o racismo não é “simplesmente se uma pessoa for branca e insultar uma pessoa preta“, mas “quando você tem aversão pela outra pessoa pelo tom da pele“.

    Até aí tudo bem. O agora parlamentar afirmou que “existe racismo de branco pra branco, de preto pra preto“. E ao informar que viveu “muitos anos nos Estados Unidos“, perdeu a fala como se contemplasse o que acabara de dizer, mas conseguiu retomar sua tese desordenada: “Na Flórida, muitas vezes os negros eram muito racistas com com os brancos. Eu via isso“, disse o parlamentar.

    Sarza o interrompeu para “relembrar“, na condição de “homem negro também“, que “foram os nossos antepassados que foram escravizados (…) e é por isso que o sistema, a sociedade, se formou numa condição que se perpetua até hoje” e que, por esse motivo, existem as “pautas raciais”.

    O jornalista disse ainda que “é claro que pode haver ofensas“, quando “um negro pode ofender um branco“, mas apesar disso, “não tem uma estrutura de poder à sua mão pra conseguir impor as suas demandas“.

    Por isso que costuma se falar que não existe racismo reverso“, disse Sarza, acrescentando que “podem ocorrer algumas desavenças, algum insulto, mas a prática de racismo, que inclui você ter uma estrutura de poder realmente é muito difícil, porque quem tem essa estrutura de poder hoje é a população branca, majoritariamente“.

    A aula de Sarza foi finalizada com uma observação a Santos, quando o jornalista disse que tudo o que ele acabara de explicar era, “pelo menos, aquilo que” ele estudou “até hoje, dessas questões raciais“. Mas, após a aula do jornalista, o deputado luso-brasileiro discordou e iniciou uma fala inacreditável:

    Eu discordo, eu discordo. Você disse que os brancos não foram escravizados. Os brancos foram escravizados. Vamos lembrar que a escravidão, ela nunca foi por conta da cor da pele. Os negros foram escravizados pelos próprios negros. Os portugueses, quando iam na África, eles não iam à caça. Eles não corriam no mato atrás, pra pegar um um negro, eles compravam os negros dos próprios negros. Por isso o o racismo nunca foi por conta da pele. O racismo foi algo cultural. Os negros escravizavam os negros, mas os brancos também escravizavam os brancos. Os negros escravizavam os brancos. O racismo nunca foi por conta da pele. O racismo era algo estrutural, nunca foi por conta da pele os brancos”, disse Marcus Vinicius Teixeira Soares dos Santos, do ‘Chega’.

    Mas quem disse “CHEGA” foi Sarza: “Desculpa, eu vou te interromper, porque o senhor tá tentando reescrever a história. Agradeço ao senhor pela participação aqui conosco. Um abraço, uma boa noite“.

    ASSISTA:

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    1 comentário em “Jornalista cala brasileiro eleito deputado em Portugal ante ignorância e tentativa de “reescrever história” (vídeo)”

    1. Em parte eu concordo com este sujeito pois os persas escravizavam seja lá que povo fosse de cor que fosse e não só eles como a história do mundo está cheia de exploradores e explorados colonizadores e escravizados até nossos índios tentaram escravizar porém eles não eram dóceis para isto acontecer, acabavam mortos antes… Aquele que toma a cidade que quer usurpar o poder para ou aniquila o povo dominado ou o escraviza porém sabemos que esta prática é abominável e uma coisa é tentar escravizar outra etnia para dominação e poder por exemplo Hitler fez algo assim fazia experiências com pessoas etc coisas abomináveis que o homem fez contra outro homem e ainda o faz contra os animais… Ainda somos monstros só que em outro nível.. ainda não somos realmente humanos ou super humanos ou angélicos essa ascensão é gradual a humanidade toda passa por um processo evolutivo… O que estamos falando especificamente não é de escravidão e dominação é de preconceito contra características de uma etnia em relação a outra e até mesmo nos Estados Unidos nós que somos latinos sofremos esta discriminação… Porém a questão social envolvendo essa discriminação ainda torna mais injusta a batalha e a concorrência pelo trabalho pelo estudo e pela sobrevivência e isso temos que minimizar resgatando essa dívida que temos com os irmãos aqui no Brasil que foram os mais escravizados explorados e ainda ditos que não eram pessoas eram como animais essa era justificativa burguesia para exploração de povos da África, o homem justificava o abuso sobre o outro homem… Porém hoje isso é inadmissível graças a Deus o ser humano evolui… E resgatar em cada continente o mal causado a outra etnia é um dever cármico que cada povo deve descobrir como reparar…

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