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Jogador israelense marca gol na Turquia e é preso após exibir mensagem ‘100 dias -7 de Outubro’ (VÍDEO)

    Torcedores do Antalyaspor Kulübü, sediado na cidade homônima, se reuniram em frente às instalações do clube de futebol para protestar contra Sagiv Jehezkel, a quem chamaram de “cão sionista“ – ASSISTA

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    O jogador israelense do Antalyaspor, Sagiv Jehezkel, foi detido neste domingo (14/1) e está sendo investigado por “incitação pública ao ódio”, após ele marcar um gol de empate contra o time Trabzonspor e exibir uma inscrição na faixa de seu punho em que se lia “100 days ✡ 7.10″, referente aos 100 dias do conflito entre Estado hebreu e o Hamas, que no dia 7 de outubro realizou um ataque terrorista.

    O jogador foi preso durante a noite, informaram vários canais de mídia da Turquia, incluindo a agência de notícias oficial ‘Anadolu‘, além do canal ‘NTV‘.

    Antes, ele foi expulso da sua equipe, desde que torcedores foram até as instalações do clube turco para exigir sua saída aos gritos de “cão sionista, saia de Antalya!“.

    @urbs.magna

    Jogador israelense é expulso de time da Turquia após apoio à guerra contra palestinos

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    Em uma mensagem na rede social ‘X’, o ministro da Justiça da Turquia, Yilmaz Tunç, disse: “O Ministério Público de Antalya lançou uma investigação judicial contra o jogador de futebol israelense Sagiv Jehezkel pelo crime de ‘incitar publicamente o público ao ódio e à hostilidade’ devido à sua ação feia de apoio ao massacre cometido por Israel em Gaza, após o gol que marcou no jogo Antalyaspor x Trabzonspor, da Super Liga, disputado hoje“.

    “Condeno mais uma vez os ataques de Israel, que cometeu crimes contra a humanidade ao cometer genocídio em Gaza, independentemente de crianças ou mulheres, jovens ou idosos, durante mais de 100 dias. Continuaremos sempre a apoiar os palestinos oprimidos“, concluiu Tunç.

    Desde o início do conflito entre Israel e o Hamas, o Presidente do país, Recep Tayyip Erdogan, tem repetidamente descrito Israel como um “Estado terrorista” , acreditando que o Hamas, considerado um grupo terrorista pela União Europeia e por muitos países, incluindo os Estados Unidos, é um “grupo de libertadores”.

    Erdogan é um aliado tradicional da causa palestiniana, defendida pelo Hamas, e cujo Ministério da Saúde contabiliza pelo menos 23.968 mortos, a maioria civis, desde o início do conflito no enclave.

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