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Ex-diretor da CIA diz em carta que “Irã não representava nenhuma ameaça iminente” e é atacado pelo governo Trump

    Joe Kent renunciou ao cargo de diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo afirmando: “Não posso apoiar a guerra” – LEIA A ÍNTEGRA DA MENSAGEM NO DOCUMENTO ORIGINAL TRADUZIDO

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    Joe Kent
    Joe Kent / Foto de campanha de Kent para o Congresso / via Lynnwood Times
    RESUMO
    URBS MAGNA - Progressistas por um BRASIL SOBERANO


    Brasília (DF) · 17 de março de 2026

    A renúncia de Joe Kent ao cargo de diretor do National Counterterrorism Center nesta terça-feira (17/mar) colocou em evidência as divisões dentro do governo Trump sobre o conflito com o Irã.

    Em carta aberta postada no X, o ex-oficial da CIA afirmou que não podia, em boa consciência, apoiar a guerra em curso.

    Não posso, em sã consciência, apoiar a guerra em curso no Irã.”, escreveu Joe Kent, conforme também repercutiu o HuffPost.

    Ele acrescentou que o Irãnão representava nenhuma ameaça iminente à nossa nação” e que o conflito foi iniciado devido a “pressão de Israel e seu poderoso lobby americano”.

    Post do X Customizado – Joe Kent


    O veterano, que serviu como chefe de gabinete da diretora de inteligência nacional Tulsi Gabbard, foi nomeado por Trump em fevereiro de 2025 e confirmado em julho do mesmo ano.

    Sua saída ocorre na terceira semana do conflito, revelando fissuras entre aliados isolacionistas e intervencionistas no contraterrorismo.

    A administração reagiu rapidamente. Trump declarou que era “um bom negócio” a saída de Joe Kent, por considerá-lo “fraco em segurança”, conforme reportado pelo Politico.

    A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, classificou as afirmações como “falsas” e defendeu a autoridade presidencial.

    Fontes como o New York Times destacam que a carta de Joe Kent também menciona uma campanha de desinformação (leia a tradução na postagem de Kent, acima) que enganou o presidente, comparando ao caso do Iraque.

    O PBS ressalta a resistência de democratas a confirmações anteriores do ex-oficial.

    Essa dissidência interna reforça a importância da transparência na inteligência e do debate democrático antes de qualquer escalada militar.

    Em momentos de tensão internacional, vozes como a de Joe Kent lembram que decisões de guerra devem priorizar evidências sólidas, preservando a justiça e a democracia que definem a política externa americana.

    O episódio também coloca em foco o papel do lobby e as lições históricas para evitar conflitos desnecessários em busca da paz.

    A Casa Branca rebateu as alegações de Joe Kent como “falsas” e prometeu manter o foco na segurança nacional. Detalhes adicionais em breve conforme novas fontes confiáveis.

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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