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Janja é alvo estratégico da oposição e imprensa brasileira para atingir Lula, dizem jornalistas na China (vídeo)

    Janja é alvo estratégico da oposição e imprensa brasileira para atingir Lula, dizem jornalistas na China (vídeo)


    ISABELA SHI e LULA | imagem reprodução @ShiIsabela/X


    Narrativas sensacionalistas estão sendo construídas para abalar o chefe do ExecutivoIsabela Shi defende diálogo entre Lula e Xi Jinping sobre regulação de redes sociais – ASSISTA e SAIBA MAIS

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    Brasília, 16 de maio de 2025

    Em um vídeo postado pela Revista Fórum na última quinta-feira (15/mai), a jornalista chinesa Isabela Shi comentou a repercussão de um suposto diálogo entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente chinês Xi Jinping sobre a regulação de redes sociais, como o TikTok.

    Shi expressou surpresa com a reação ao tema e defendeu a normalidade de chefes de Estado discutirem questões digitais, que fazem parte do cotidiano global.

    Fiquei tipo, não entendi porque tem essa repercussão sobre este assunto, porque para mim é muito normal”, afirmou Shi, destacando que considera natural que Lula e Xi Jinping abordem temas como desenvolvimento digital.

    Ela enfatizou a relevância do assunto: “Redes sociais já fazem parte da nossa vida, do cotidiano. Todo mundo usa. É claro que o Lula pode perguntar sobre a opinião de Xi sobre como regular a rede social, como regular a mídia, porque realmente isso faz parte do nosso cotidiano.”

    A jornalista também descartou a possibilidade de o presidente chinês se sentir desconfortável com o tema.

    Para mim, é impossível que o presidente chinês Xi Jinping se sentisse incomodado com o assunto”, disse Shi, argumentando que a regulação de redes sociais é um tópico amplamente discutido na China.

    Ela reforçou a importância do diálogo entre os líderes: “Os dois lados trocarem opiniões sobre o assunto é muito importante.”

    Shi ainda destacou que a regulamentação de redes sociais é um tema social relevante e debatido globalmente, não sendo motivo de incômodo para a China.

    Sobre regulamentação de rede social também é um assunto muito discutido aqui,” concluiu.

    A declaração da jornalista ocorre em um contexto de crescente debate sobre a regulação de plataformas digitais no Brasil e no mundo, com governos buscando equilibrar liberdade de expressão, segurança digital e combate à desinformação.

    Isabela indica a leitura de um artigo de colega na China, que, segundo suas palavras, “sabe cortesia chinesa de grande momento”.

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    Em publicação no Medium.com, Mauro Pintos analisa a construção de narrativas sensacionalistas na imprensa brasileira, utilizando como exemplo a suposta polêmica envolvendo Janja, durante um encontro com Xi Jinping.

    Intitulado A fabricação de notícias e o caso da Janja na China como exemplo perfeito de factóide, o texto desmonta a ideia de que Janja teria causado um “constrangimento diplomático” ao comentar os impactos do TikTok, classificando a história como um factóide – uma notícia distorcida para gerar polêmica e atender a interesses políticos.

    Pintos define factóide como “eventos ou fatos criados artificialmente com o propósito de manipular a opinião pública”, conceito criado por Norman Mailer na década de 1970.

    No caso de Janja, o autor argumenta que a narrativa foi amplificada por veículos como o g1, com colunistas como Andréia Sadi e Valdo Cruz sugerindo que a intervenção de Janja causou “desconforto” e foi “desrespeitosa”.

    Contudo, Pintos aponta inconsistências: “As reportagens que divulgaram o caso baseiam-se em ‘integrantes da comitiva’ anônimos, sem identificar quem seriam essas fontes ou qual o contexto exato do suposto desconforto.”

    Ele destaca a ausência de reclamações oficiais da China e a legitimidade do tema abordado por Janja, que reflete “os desafios globais das plataformas digitais”.

    O autor critica a seletividade da imprensa, que transforma eventos menores em escândalos enquanto ignora questões graves, como fake news contra Janja.

    Ele também identifica um viés político e misógino nos ataques à Primeira-Dama do Brasil: “Há também um componente de machismo e misoginia, como a própria Janja apontou em entrevista à CNN Brasil, ao criticar a forma como sua atuação é distorcida.”

    Pintos sugere que Janja é alvo estratégico da oposição para atingir o presidente Lula, com a narrativa sendo amplificada por figuras como o deputado Nikolas Ferreira.

    Para combater factóides, Pintos defende checagem de fatos, transparência nas fontes, educação midiática e regulação de plataformas digitais.

    Ele conclui que “em um mundo inundado de factóides, o compromisso com os fatos é mais importante do que nunca”, alertando para os riscos à credibilidade do jornalismo e à opinião pública em tempos de polarização.

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