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Jair Renan tem R$ 360 mil em bens bloqueados e valores são transferidos para conta da Justiça

    jair renan bolsonaro e jair messias bolsonaro, em imagem Instagram

    Ação ocorre após o Tribunal de Justiça do Distrito Federal aceitar uma denúncia que acusa o filho do ex-presidente por lavagem de dinheiro, uso de documento falso e falsidade ideológica

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    A Justiça de Brasília determinou o bloqueio de R$ 360 mil em bens de Jair Renan Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, devido a uma ação movida por um banco. A decisão, proferida pela 1ª Vara de Execução de Títulos Extrajudiciais e Conflitos Arbitrais de Brasília, atendeu ao pedido de bloqueio feito pelo Santander.

    O juiz determinou que os valores bloqueados sejam transferidos para uma conta vinculada ao juízo, com o bloqueio limitado ao valor da execução. Além disso, o banco tem 10 dias para garantir que Jair Renan seja notificado sobre a ação e o bloqueio de seus bens.

    Esta ação ocorre após o Tribunal de Justiça do Distrito Federal aceitar uma denúncia que acusa o filho do ex-presidente por lavagem de dinheiro, uso de documento falso e falsidade ideológica. Jair Renan nega as acusações.

    O Cartório Judicial Único será responsável por coordenar o bloqueio de bens e analisar o patrimônio de Jair Renan em contas bancárias, declarações à Receita Federal e propriedade de veículos, como informa o jornal O Estado de S. Paulo. O juiz também determinou que, caso Jair Renan tenha bens que excedam o valor da dívida, essa quantia deverá ficar de fora do confisco.

    Uma investigação da Polícia Civil do Distrito Federal apontou que Jair Renan falsificou as relações de faturamento da empresa RB Eventos e Mídia para obter empréstimos, resultando em denúncias por lavagem de dinheiro, uso de documento falso e falsidade ideológica.

    A empresa conseguiu empréstimos de valores variados, mas a dívida não foi quitada, levando o banco a iniciar uma ação contra o filho do ex-presidente e a empresa. Jair Renan chegou a ser alvo de um mandado de busca e apreensão. O caso ainda aguarda julgamento no TJDFT.

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