
MAURO VIEIRA e ALEXANDRE DE MORAES | Imagem reprodução/Arte UrbsMagna
Estratégia, cita processo movido pela Trump Media & Technology Group e pela Rumble, que acusaram Moraes de violar a soberania americana – SAIBA MAIS
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Brasília, 31 de maio de 2025
O Itamaraty usou a decisão de um tribunal da Flórida para defender o ministro Alexandre de Moraes, do STF, contra possíveis sanções do governo Trump nos EUA.
A estratégia, revelada em reportagem de Mariana Sanches do UOL, cita um processo movido pela Trump Media & Technology Group e pela Rumble, que acusaram Moraes de violar a soberania americana.
A juíza Mary S. Scriven rejeitou a liminar, fortalecendo a argumentação brasileira contra a aplicação da Lei Magnitsky.
O Itamaraty reagiu após Marco Rubio, Secretário de Estado dos EUA, sugerir sanções contra Moraes por suposta censura a empresas americanas.
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A pressão vem de bolsonaristas nos EUA, como Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo, que articulam contra o ministro, segundo a Folha de S. Paulo.
A decisão da juíza foi usada para argumentar que Moraes não extrapolou sua jurisdição.
Impactos da tensão diplomática
Os ataques ao STF intensificam a narrativa de perseguição e as ameaças de sanções podem gerar crise diplomática.
O Itamaraty classificou as acusações como “distorções de decisões do STF”.
O Itamaraty intensificou diálogos com autoridades americanas, coordenados pelo governo Lula.
“Sanções seriam uma afronta à soberania brasileira”, disse uma fonte do governo, enquanto especialistas sugerem que o Brasil reforce a diplomacia para evitar retaliações.
Paralelamente, o STF mantém sua autonomia.












