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Lula comemora entrada em vigor da isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil; mídias corroboram “alívio” nos salários

    Nova política tributária libera milhões de brasileiros do peso fiscal e injeta bilhões na Economia – relembre a trajetória da luta do governo para essa aprovação cujos impactos agora se refletem no seu bolso

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    Presidente Lula
    Presidente Lula durante a cerimônia de sanção da lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) para contribuintes que recebem até R$ 5 mil mensais – Foto: Ricardo Stuckert / PR
    RESUMO


    Brasília (DF) · 02 de fevereiro de 2026

    A nova faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) entra em vigor, prometendo alívio financeiro para milhões de trabalhadores.

    Aprovada no final de 2025, a medida sancionada pelo Presidente da República Federativa do Brasil, Excelentíssimo Senhor Luiz Inácio Lula da Silva (PT), garante que salários de até R$ 5 mil mensais fiquem livres do tributo, enquanto rendas entre R$ 5.001 e R$ 7.350 recebem descontos progressivos.

    Esse avanço, que começou a impactar os contracheques pagos em fevereiro de 2026, representa uma injeção de R$ 25,4 bilhões na economia, beneficiando cerca de 16 milhões de cidadãos, incluindo assalariados, servidores públicos e aposentados do INSS.

    A trajetória dessa reforma remonta à campanha eleitoral de 2022, quando Lula prometeu elevar a faixa de isenção para até cinco salários mínimos, visando corrigir distorções históricas no sistema tributário.

    Na época, a isenção limitava-se a dois salários mínimos, equivalentes a R$ 3.036 em 2025.

    Após negociações intensas, o projeto de lei foi aprovado pela Câmara dos Deputados e, em 5 de novembro de 2025, pelo Senado Federal, em uma vitória expressiva para o governo.

    A sanção presidencial ocorreu em 26 de novembro de 2025, durante cerimônia no Palácio do Planalto, onde Lula destacou a iniciativa como um pilar para a redução das desigualdades.

    De acordo com o Portal Gov.br, as regras valem para rendimentos a partir de 1º de janeiro de 2026, refletindo nos pagamentos de fevereiro.

    A tabela regressiva assegura isenção total até R$ 5 mil e reduções graduais até R$ 7.350, mantendo as alíquotas progressivas (até 27,5%) para valores superiores.

    Essa estrutura compensa a renúncia fiscal com a criação de uma alíquota mínima de 10% para contribuintes de alta renda, acima de R$ 50 mil mensais em lucros e rendimentos, promovendo equilíbrio orçamentário.

    O Sindicato dos Bancários diz que cerca de 45,9 mil profissionais ficarão isentos, gerando uma economia anual de R$ 111,1 milhões. O Ministério do Trabalho, por meio do ministro Luiz Marinho, estima que a combinação com o reajuste do salário mínimo para R$ 1.621 injete R$ 110 bilhões na economia em 2026, fomentando consumo e crescimento.

    Para ilustrar os benefícios, considere um trabalhador com salário bruto de R$ 5 mil. Anteriormente, após descontos como INSS (aproximadamente R$ 521) e a dedução simplificada (R$ 564,80 em 2025), a base tributável ficava em torno de R$ 3.914, resultando em IR retido de cerca de R$ 219 mensais (aplicando a alíquota de 22,5% menos a parcela dedutível de R$ 662,77).

    Com a nova isenção, o IR cai para zero, adicionando R$ 219 ao contracheque líquido – um ganho de aproximadamente 4,4% no rendimento mensal.

    Esse cálculo considera a tabela progressiva anterior e não inclui dependentes ou outras deduções, mas demonstra o impacto direto.

    Em postagem no X (antigo Twitter) nesta segunda-feira (02/fev), Lula celebrou: “Desejo um bom dia e uma boa semana aos trabalhadores brasileiros“, acompanhado de imagem destacando que “trabalhadores que ganham até 7.350 reais por mês sentirão os efeitos do tributo zerado ou reduzido já nos pagamentos de fevereiro“.

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    A medida não altera a declaração anual de 2026 (referente a 2025), mas seus efeitos plenos serão sentidos na declaração de 2027.Especialistas, conforme mostram Exame e Agência Brasil, enfatizam que essa reforma alinha o Brasil a padrões internacionais de tributação mais equitativos, priorizando a base da pirâmide social.

    No entanto, a VEJA alerta para o desafio fiscal, embora compensado pela taxação de super-ricos.

    Nesta segunda-feira (02/fev), a VEJA publicou reportagem confirmando o impacto imediato nos salários.

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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