Retaliação iraniana ao assassinato do chefe de segurança eleva o conflito no Oriente Médio com foco no principal aeroporto israelense
Brasília (DF) · 18 de março de 2026
O Irã assumiu responsabilidade por um ataque com drones ao principal terminal aéreo de Israel.
Segundo a Press TV, nesta quarta-feira (18/mar) o Exército iraniano lançou uma enxurrada de drones rumo ao aeroporto Ben Gurion, onde o regime israelense mantém seus aviões-tanque de reabastecimento.
“Em memória dos soldados mártires a bordo do destróier Dena, bem como do mártir Ali Larijani e do general mártir Qolamreza Soleimani, o Exército lançou uma enxurrada de drones rumo ao aeroporto Ben Gurion onde o regime mantém seus aviões de reabastecimento”, informou o porta-voz das Forças Armadas iranianas.
O mesmo veículo destacou que mísseis iranianos também atingiram Tel Aviv e seus subúrbios, matando dois colonos e ferindo dezenas, além de causar apagões e evacuação de mais de 4 mil pessoas.
A ação faz parte da resposta ao assassinato de Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, morto em ataque aéreo israelense na terça-feira (17/mar).
Fontes iranianas classificam a operação como vingança legítima pela morte do líder e de outros comandantes.
Do lado israelense, o Times of Israel confirmou que o IDF eliminou Ali Larijani em operação precisa perto de Teerã.
Autoridades israelenses relataram sirenes em todo o país e afirmaram que a maioria dos projéteis e drones foi interceptada, com danos limitados no aeroporto Ben Gurion.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu reiterou que nenhum líder iraniano tem imunidade. Por fim, os EUA condenaram a escalada iraniana.
Reportagens de veículos do Oriente Médio indicam que Washington revisou protocolos de segurança em embaixadas na região e reforçou o apoio militar a Israel, mantendo a postura de que os ataques preventivos contra a cúpula iraniana são necessários para conter ameaças.
Essa sequência de eventos reforça o ciclo de violência que marca o conflito no Oriente Médio desde fevereiro de 2026.
Enquanto as partes trocam golpes, cresce a expectativa por um caminho diplomático que respeite a soberania dos povos e promova justiça duradoura na região, evitando novas tragédias.
Fontes israelenses indicam novas intercepções em curso.

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Como o mundo assiste passivamente mais um genocidio no mundo, implantado pelos Estados Unidos e Israel.