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Ataque do terceiro dia de conflitos visou instalações que supostamente apoiam o programa nuclear israelense – SAIBA MAIS
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TEERÃ, 15 de junho de 2025
Na noite deste sábado (14/jun), o Irã lançou um ataque com mísseis balísticos contra o Instituto Weizmann de Ciências, em Rehovot, Israel.
A ação é uma retaliação direta ao assassinato de cientistas nucleares iranianos, como Fereydoun Abbasi e Mohammad Mehdi Tehranchi, atribuído a Israel.
O bombardeio causou um incêndio em laboratórios, danificando equipamentos cruciais.
O Instituto Weizmann, um dos centros científicos mais prestigiados de Israel, é reconhecido globalmente, classificado entre os dez melhores pela revista Nature.
Segundo agência Fars, o ataque visou instalações que supostamente apoiam o programa nuclear israelense, embora Israel negue tais alegações.
Não há informações confirmadas sobre vítimas no local.
De acordo com o jornal israelense Haaretz, o ataque iraniano intensificou as tensões regionais, com Tel Aviv sob alerta máximo.
O Ministério da Defesa de Israel relatou que o sistema de defesa aérea interceptou parte dos mísseis, mas danos foram registrados.
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A fonte destacou que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu prometeu uma resposta “rápida e decisiva”.
A agência iraniana IRNA informou que o líder supremo Ali Khamenei classificou o ataque como “legítima defesa” contra ações de Israel que mataram figuras-chave, incluindo Hossein Salami, chefe da Guarda Revolucionária.
O Irã alega que o bombardeio ao Instituto Weizmann é apenas o início de uma série de retaliações.
O Jerusalem Post relatou que o ataque danificou laboratórios de física nuclear, mas Israel mantém que suas instalações científicas são usadas exclusivamente para fins pacíficos.
A comunidade internacional, incluindo a AIEA, expressou preocupação com a escalada do conflito, alertando para riscos à segurança nuclear.
Nova fase na rivalidade entre Irã e Israel é descrita pela IRNA como uma “guerra científica”.
A troca de ataques ameaça desestabilizar o Oriente Médio, enquanto negociações nucleares entre Irã e potências ocidentais, previstas para este domingo em Omã, estão em risco.












