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    Governo Lula: 60% avaliam como “ótimo”, “bom” e “regular”; 38% ainda polarizados acham “ruim” e “péssimo”, diz Ipsos/Ipec

    — calculando —
    Presidente Lula fazendo ginástica no Palácio do Alvorada

    📷 O Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante atividade física intensa no Palácio do Alvorada / Foto: Ricardo Stuckert

    RESUMO
    URBS MAGNA

    | Brasília (DF)
    22 de junho de 2026

    O instituto Ipsos-Ipec divulgou nesta segunda-feira (22/jun) os resultados de sua mais recente pesquisa sobre a avaliação do governo federal.

    O levantamento, realizado entre 13 e 17 de junho com 2 mil eleitores em 130 municípios, tem margem de erro de 2 pontos percentuais.

    Na pergunta direta sobre aprovação da maneira como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) administra o País, 44% dos entrevistados declararam aprovar e 50% desaprovar.

    Os que não souberam ou não responderam somam 6%.

    Na escala tradicional de avaliação, 60% classificaram o governo como ótimo ou bom e regular, sendo 32% ótimo ou bom e , 28% regular. Outros 38% dos entrevistados, demostrando ainda polarização política ideológica, responderam ruim ou péssimo.

    Os números representam oscilação dentro da margem de erro em relação à pesquisa de março, quando a aprovação direta estava em 43% e a reprovação em 51%.

    De acordo com o g1, a diretora da Ipsos-Ipec, Márcia Cavallari, destacou que “apesar da pequena melhora na avaliação regular, o saldo do governo ainda é negativo” e que o cenário segue marcado por “opiniões consolidadas e polarizadas”.

    Os dados reforçam a divisão do eleitorado brasileiro. Entre quem votou em Lula em 2022, 62% avaliam o governo de forma positiva.

    Entre os que votaram em Jair Bolsonaro, 74% fazem avaliação negativa.

    No Nordeste, a avaliação positiva chega a 47%, enquanto no Sudeste a negativa atinge 44%.

    A pesquisa também mediu a confiança no presidente: 41% declararam confiar em Lula, ante 56% que não confiam.

    Sobre a economia, 36% acreditam que a situação melhorará nos próximos seis meses, contra 32% que esperam piora.

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