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Recuo para 0,26% fica abaixo das previsões do mercado de 0,37% – SAIBA MAIS
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Brasília, 11 de junho de 2025
A inflação oficial do Brasil, medida pelo IPCA, desacelerou em maio, registrando uma variação de apenas 0,26%, a menor para o mês desde 2023.
O resultado, abaixo das projeções do mercado de 0,37%, reflete o impacto de medidas econômicas do governo Lula, trazendo alívio nos preços de alimentos, passagens aéreas e gasolina, segundo dados do IBGE.
A redução nos preços dos alimentos foi um dos principais destaques. Itens como ovos, que voltaram a custar menos de R$ 12,00 a cartela, refletem a tendência de alívio no bolso das famílias.
O setor de transportes também contribuiu, com as passagens aéreas caindo 14,15% e a gasolina recuando 0,35%, impulsionados pela política de preços da Petrobras e pela valorização do real.
“Estamos no rumo certo”, afirmou o senador Rogério Carvalho, do PT.
O governo Lula atribui a desaceleração da inflação a uma condução responsável da economia. “Nosso governo não faz medidas artificiais”, destacou o deputado Bohn Gass, em referência a políticas anteriores.
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A isenção de impostos sobre a cesta básica e a ampliação do crédito para agricultores têm sido apontadas como estratégias para conter os preços dos alimentos.
Com a inflação acumulada em 12 meses em 5,53%, o Banco Central enfrenta menos pressão para elevar a taxa Selic, atualmente em 14,75%.
Especialistas preveem que a tendência de queda nos preços pode melhorar a popularidade do governo Lula, especialmente entre as classes mais pobres, que sentem mais o peso da inflação de alimentos.
Qual o motivo da queda da inflação?
A queda no IPCA reflete a combinação de fatores domésticos e externos. A valorização do real frente ao dólar, que fechou em R$ 5,58, reduz os custos de produtos importados, como combustíveis.
Além disso, a safra agrícola mais robusta em 2025 contribui para a oferta de alimentos, estabilizando preços de itens como arroz e carne.
Analistas projetam que a inflação pode continuar a desacelerar no segundo semestre de 2025, caso o governo mantenha o controle fiscal e a Petrobras ajuste os preços dos combustíveis.
“O Brasil está no caminho da estabilidade”, reforçou o Ministério da Fazenda.
No entanto, desafios como a guerra comercial global podem impactar os preços no longo prazo.












