Nesta terça-feira (17/10) ao menos 500 pessoas morreram, diz o Ministério da Saúde da Faixa de Gaza. Centenas ficaram feridas
O Hamas e o Hezbollah convocaram mobilizações em todo o mundo muçulmano em protesto contra o ataque que atingiu nesta terça-feira (17/10) o pátio de um hospital na Faixa de Gaza, provocando a morte de ao menos 500 pessoas e deixando centenas de feridos, segundo o Ministério da Saúde de Gaza.
O movimento islamista palestino armado e a organização paramilitar fundamentalista islâmica xiita iraniana acusam Israel de bombardear o Hospital Batista Al-Ahly Arab, onde milhares de refugiados se instalaram para se refugiar dos bombardeios. A maioria das vítimas são mulheres e crianças.
Mas Israel diz que a explosão que matou centenas de pessoas e deixou outras centenas feridas resultou de um lançamento fracassado da Jihad Islâmica -grupo militante palestino, ligado ao Hamas, considerado um grupo terrorista por EUA, UE, Japão, Austrália e Israel. O grupo prega a destruição do Estado judeu e a constituição de um Estado Islâmico na Palestina.
O ministro das Relações Exteriores da Jordânia, Ayman Safadi, disse, na madrugada desta quarta-feira, (18/10) [o fuso representa + 6h em relação ao horário de Brasília], que o encontro que seria realizado à tarde em Amã, capital da Jordânia, entre o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, o presidente do Egito, Abdel Fatá , Sisi e o da Autoridade Nacional Palestina, Mahmud Abbas.
“Não há mais nada sobre o que falar, exceto parar a guerra”, lamentou Safadi, conforme transcrição no ‘El País‘.
