HADDAD É BEM VINDO POR UM MERCADO COM AVERSÃO A BOLSONARO PELO TEMOR DA REDUÇÃO DE CRÉDITO

02/10/2018 0 Por Redação Urbs Magna

Et Urbs Magna, 02 de OUTUBRO de 2018, 08:30 GMT


PARA O MERCADO, RISCO-BOLSONARO JÁ É MAIOR QUE RISCO-PT

A agência de classificação de risco S&P Global classificou a eleição do ex-capitão Jair Bolsonaro (PSL) como ruim para o cenário econômico brasileiro; para a agência, a disputa entre Haddad (PT) e o ex-militar pode ser posta de seguinte forma: “o candidato do PT não é um outsider, mas Bolsonaro é, o que aumenta o risco de incoerência ou de atrasos em ter as coisas feitas depois das eleições”; A S&P entende que o Brasil tem imensos problemas fiscais, que a economia está praticamente paralisada e que a agenda do presidente poderá afetar a nota de crédito do país.


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Do Brasil 247 – A agência de classificação de risco S&P Global classificou a eleição do ex-capitão Jair Bolsonaro (PSL) como ruim para o cenário econômico brasileiro. Para a agência, a disputa entre Haddad (PT) e o ex-militar pode ser posta de seguinte forma: “o candidato do PT não é um outsider, mas Bolsonaro é, o que aumenta o risco de incoerência ou de atrasos em ter as coisas feitas depois das eleições”. Para a S&P, o Brasil tem imensos problemas fiscais e a economia está praticamente paralisada e a agenda do no presidente poderá afetar a nota de crédito do país.

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca a leitura da agência de risco para o cenário eleitoral brasileiro no que diz respieto às rejeições dos líderes das pesquisas: “a leitura da S&P é que as taxas de rejeição dos dois candidatos que lideram as pesquisas no Brasil – Bolsonaro e Fernando Haddad (PT) – são altas por razões diferentes, mas ainda é difícil saber quem irá vencer”.

Joydeep Mukherji, analista de ratings soberanos da S&P Global para a América Latina, acrescenta que “o país tem imensos problemas fiscais e sociais e a economia está crescendo muito lentamente neste ano”. Para Mukherji, há muito trabalho na agenda do novo presidente – com destaque para a reforma da Previdência–e a compreensão destes problemas pode afetar diretamente a nota de crédito do país.


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