
FERNANDO HADDAD durante entrevista ao Flow Podcast 7.3.2025 – Imagem reprodução/YouTube
Paraná Pesquisas mostra empate técnico entre ministro da Fazenda e Eduardo Bolsonaro, abalando planos da direita no maior colégio eleitoral do Brasil – SAIBA MAIS
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Brasília, 16 de maio de 2025
Um levantamento do instituto Paraná Pesquisas aponta que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), está tecnicamente empatado com o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL) na disputa por uma vaga no Senado por São Paulo em 2026.
Eduardo lidera com 36,5% das intenções de voto, seguido por Haddad com 32,3%, dentro da margem de erro de 2,4 pontos percentuais.
Realizada entre 1º e 4 de maio com 1.700 eleitores, a pesquisa, contratada pelo PL, destaca a polarização entre lulismo e bolsonarismo no maior colégio eleitoral do país, frustrando as expectativas da direita de uma vitória tranquila.
Em um cenário sem Haddad, Eduardo Bolsonaro mantém a liderança, mas empata tecnicamente com o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), que alcança 34,6%, enquanto o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite (PP), registra 23,6%.
A possibilidade de São Paulo eleger dois senadores em 2026 intensifica as articulações, com o bolsonarismo buscando consolidar maioria no Senado para projetos como o impeachment de ministros do STF.
A competitividade de Alckmin e Derrite reforça a complexidade do cenário político paulista.
O desempenho de Haddad gerou preocupação entre bolsonaristas, que planejavam uma “dobradinha” no estado, conforme relata o Brasil 247.
Incentivado por Lula a concorrer ao Senado após deixar a Fazenda, Haddad capitaliza a popularidade do governo.
A ausência prolongada de Eduardo, que vive nos Estados Unidos desde março, pode enfraquecer sua conexão com o eleitorado, aumentando a cautela entre estrategistas da direita.
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Uma pesquisa da Real Time mostra Haddad com 12% das intenções de voto, atrás de Eduardo (18%) e Guilherme Boulos (13%), mas à frente de Marta Suplicy (10%).
A polarização entre bolsonarismo (43%) e lulismo (35%) domina, com o centrão somando 16%.
Com Lula articulando para neutralizar a direita, a disputa pelo Senado em São Paulo promete ser um dos principais palcos da eleição de 2026, refletindo o embate nacional entre progressistas e conservadores.












