O país persa rejeita negociações com Trump e o premiê israelense, descritos como “mentirosos” e “desmiolados”, e aponta que os estoques de mísseis iranianos permanecem robustos, enquanto os de Israel e EUA se esgotam
Teerã (IR) · 15 de março de 2026
A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, conhecida como IRGC, emitiu uma ameaça direta contra o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, prometendo persegui-lo até a morte.
Em comunicado divulgado neste domingo (15/mar), a força militar iraniana qualificou o líder israelense como “criminoso que mata crianças” e confirmou ter realizado um ataque conjunto de mísseis com o grupo libanês Hezbollah contra posições em territórios ocupados e três bases americanas na região.
A declaração surge em meio a especulações sobre o destino de Netanyahu, após rumores de sua morte serem desmentidos pelo escritório do premiê.
De acordo com a PressTV, o IRGC afirmou: “Se o assassino de crianças ainda estiver vivo, nós o perseguiremos e o mataremos com força”.
A força militar também anunciou que executou a 52ª etapa de suas operações retaliatórias, alvejando alvos em terras ocupadas e instalações dos Estados Unidos.
Essa ação conjunta com o Hezbollah marca uma escalada no conflito, com mísseis hypersonic e drones lançados contra bases americanas e israelenses.
A Sputnik News relata que o IRGC atingiu cinco bases estratégicas dos EUA no Oriente Médio, incluindo áreas na região de Tel Aviv e Haifa, expandindo sua campanha de retaliação.
Fontes aliadas ao Irã, como a RT, destacam que o IRGC emitiu alertas de evacuação para instalações industriais ligadas aos EUA e Israel, declarando-as alvos legítimos para ataques de longo alcance.
A agência russa informa ainda que o IRGC ameaçou retaliações contra “esconderijos americanos” nos Estados do Golfo, após relatos de um petroleiro dos EUA atacado perto de Sharjah, nos Emirados Árabes Unidos.
Exclusivamente, o Tehran Times enfatiza que o Irã rejeita negociações com Donald Trump e Netanyahu, descritos como “mentiroso” e “sem mente”, e aponta que os estoques de mísseis iranianos permanecem robustos, enquanto os de Israel e EUA se esgotam.
Do lado israelense, o escritório de Netanyahu negou veementemente os rumores de assassinato, afirmando que o premiê está “bem”.
O Times of Israel cita o líder declarando que Israel destruiu metade dos lançadores de mísseis do Irã e visa neutralizar instalações nucleares, incluindo a fortificada Fordo.
Em conferência de imprensa, Netanyahu afirmou falar diariamente com Trump e prometeu extrair um “preço alto” do Hezbollah.
Já o Jerusalem Post relata que Israel conhece “exatamente” como encerrar a ameaça do Hezbollah e enfraquecer o Irã, com sirenes soando no norte do país após promessas de intensificar ações.
Na plataforma social de microblog X, posts recentes desde sábado (14/mar) reforçam a narrativa.
O usuário @MercyicyLetter publicou: “Irã’s IRGC threatens Netanyahu after office dismisses death rumours: ‘We will pursue and kill him'”.
Outro, de @NewsRevoltIndia, detalha a sequência de eventos com rumores virais negados por Israel, seguidos pela ameaça do IRGC. Os comentários traduzidos na sequencia mostram rumores virais online argumentando sobre suposta morte de Netanyahu (role o texto abaixo para ler).
Um vídeo postado por @Jeru45068 mostra, segundo a Fox News, mísseis alvejando o premiê e oficiais no Negev, com a Guarda Revolucionária lançando os mais pesados ataques.
A conta @defence_asia destaca a entrada na terceira semana da guerra, com ameaças de assassinato sinalizando escalada regional.
Essa dinâmica reflete demandas por equilíbrio no Oriente Médio, onde retaliações buscam restaurar soberania e deter agressões.
A união iraniana após perdas, como a morte do aiatolá Ali Khamenei, fortalece a resiliência, enquanto analistas alertam para riscos de caos se o conflito persistir.
Atualizações: Relatos da Sputnik indicam novos ataques do IDF contra quartel-general de drones do IRGC, prometendo detalhes em breve.

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