
EDUARDO BOLSONARO – Imagem reprodução | DAVID GAMBLE, chefe interino da Coordenação de Sanções do Departamento de Estado – Imagem reprodução LinkedIn
Visita de David Gamble, chefe interino da Coordenação de Sanções do Departamento de Estado, foi organizada pelo governo LULA para fortalecer a cooperação no combate ao crime organizado – SAIBA MAIS
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Brasília, 04 de maio de 2025
O governo Trump desmentiu afirmações de Eduardo Bolsonaro sobre a vinda de David Gamble, chefe interino da Coordenação de Sanções do Departamento de Estado, ao Brasil.
Eduardo alegou que Gamble viria para discutir sanções contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes e outras autoridades brasileiras.
De acordo com Jamil Chade, do UOL, o governo americano, por sua vez, esclareceu que a visita, organizada pelo governo brasileiro, tinha como objetivo fortalecer a cooperação no combate ao crime organizado, e não tratar de sanções.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos enviará uma delegação a Brasília, chefiada por David Gamble, chefe interino da Coordenação de Sanções. Ele participará de uma série de reuniões bilaterais sobre organizações criminosas transnacionais e discutirá os programas de sanções dos EUA voltados ao combate ao terrorismo e ao tráfico de drogas.
Assessoria de imprensa da embaixada dos EUA no Brasil
Gamble tem agenda no Itamaraty, Ministério da Justiça e outros órgãos federais, explicou Chade. Nos últimos dois meses, a aproximação entre Brasil e EUA foi intensificada com contatos entre ministérios e até uma missão da PF (Polícia Federal), principalmente diante da ação da Casa Branca contra gangues estrangeiras.
O jornalista lembra que, em abril, a direção internacional viajou até Washington e assinou um acordo com os americanos para ampliar a luta contra o crime organizado, o que prevê a troca de informações entre os dois países. O anúncio foi feito com destaque pelo próprio governo Trump.
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Ainda em março, a polícia americana anunciou a prisão de 18 brasileiros, sob a suspeita de participar de ações do PCC em território americano.












