Programa do Governo Lula beneficia 47 milhões de trabalhadores com taxas de até 2,5% ao mês, acesso digital e impacto de R$ 120 bilhões na economia. Saiba como contratar e entenda o efeito na Economia Brasil
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Nas redes sociais, o Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), postou um vídeo em que ele mesmo explica como funciona o novo programa Crédito do Trabalhador, lançado na manhã desta sexta-feira (21/mar), com empréstimos a juros reduzidos e FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) como garantia.
As equipes da terceira gestão do estadista preveem que o benefício, de acesso todo digital, envolverá 47 milhões de trabalhadores e o impacto na Economia alcançará R$ 120 bilhões, com os contratos calculados com taxas mensais bem abaixo da Selic (14,75%), de até 2,5%.
Na mídia compartilhada na plataforma social de microblog X, o chefe do Executivo lembra que, na semana o governo avisou que a partir do dia 21 o povo teria direito a “empréstimo com juros mais barato“. Na sequência, Lula diz que “o crédito do trabalhador já tá disponível a partir de hoje [21/mar/2025] na sua carteira de trabalho digital“.
Segundo o Presidente do Brasil, “é um crédito a juro baixo, pra você fazer aquela reforma, comprar uma geladeira, trocar a televisão ou fazer o que você quiser. E até pagar uma dívida que você tem, que tem os juros mais altos. Você pode resolver grande parte dos seus problemas“.
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Boa notícia para os trabalhadores e trabalhadoras 🎉
— Lula (@LulaOficial) March 21, 2025
🫵 Você que é CLT, empregado e empregada do MEI, trabalhador e trabalhadora doméstica ou assalariado rural: a partir de HOJE já está disponível o #CréditoDoTrabalhador no seu aplicativo oficial da Carteira de Trabalho digital.… pic.twitter.com/aWKbecid0C
A partir desta sexta-feira (21), empregados com carteira assinada no setor privado, incluindo trabalhadores domésticos, rurais e contratados por microempreendedores individuais (MEI), poderão acessar uma nova linha de crédito com condições facilitadas. O programa Crédito do Trabalhador, lançado pelo governo Lula, permite que esses profissionais obtenham empréstimos com juros reduzidos, utilizando o saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) como garantia.
A adesão ao programa é feita de forma totalmente digital, por meio do aplicativo da Carteira de Trabalho Digital. A expectativa é que a nova medida beneficie milhões de trabalhadores, injetando até R$ 120 bilhões na economia, melhorando a renda das famílias e impulsionando o desenvolvimento do país.
Como funciona o Crédito do Trabalhador
Inspirado no modelo de crédito consignado já existente para servidores públicos e beneficiários do INSS, o novo programa tem como principal vantagem as taxas de juros mais baixas em comparação a outras modalidades de empréstimo.
Como as parcelas são descontadas diretamente da folha de pagamento, o risco de inadimplência diminui, permitindo que os bancos ofereçam condições mais vantajosas. A expectativa é que cerca de 47 milhões de trabalhadores sejam beneficiados.
Como contratar o empréstimo
O acesso ao Crédito do Trabalhador é simples e pode ser feito em poucos passos:
1. O trabalhador deve acessar o aplicativo da Carteira de Trabalho Digital e autorizar o compartilhamento de seus dados do eSocial com as instituições financeiras habilitadas.
2. Em até 24 horas, as ofertas de crédito serão disponibilizadas para análise do trabalhador, que poderá escolher a opção mais vantajosa.
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3. A contratação é feita diretamente pelo aplicativo, sem necessidade de deslocamento até uma agência bancária.
4. A partir de 25 de abril, os bancos também poderão operar essa linha de crédito dentro de suas próprias plataformas digitais.
Condições do empréstimo
O pagamento do empréstimo será feito automaticamente, com desconto direto na folha de pagamento do trabalhador. O valor das parcelas pode comprometer até 35% do salário bruto, já considerando comissões e benefícios.
Trabalhadores que já possuem um crédito consignado ativo podem migrar para o novo modelo a partir de 25 de abril, caso seja dentro do mesmo banco, ou a partir de 6 de junho, para transferências entre bancos diferentes.
O que acontece em caso de demissão
Se o trabalhador for demitido, parte do saldo de seu FGTS será utilizado para quitar o empréstimo. O limite para o desconto é de 10% desse saldo e 100% da multa rescisória.
Caso o montante não seja suficiente, o pagamento das parcelas é suspenso até que o trabalhador consiga um novo emprego formal, quando os descontos são retomados.
Nas redes sociais
O deputado federal (RJ) e líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, compartilhou em suas redes sociais as informações da medida e as condições para a aquisição do Crédito do Trabalhador, reforçando a mensagem de que o acesso é para todos com carteira assinada.
Começou HOJE (21), o CRÉDITO DO TRABALHADOR! Esse é um empréstimo consignado com JUROS BAIXOS consultado direto do app da Carteira de Trabalho Digital!
— Lindbergh Farias (@lindberghfarias) March 21, 2025
– Tem garantia do FGTS
– Opções mais acessíveis
– Acesso pra todos com carteira assinada
FAZ O L! pic.twitter.com/Sf8BfyFxFb
Por sua vez, o deputado federal Paulo Pimenta (RS) dividiu com seus seguidores um vídeo no qual o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, explica os detalhes da nova linha de crédito. E ressaltou que a medida ajudará os trabalhadores a “reduzir o endividamento, com juros mais baixos e parcelas menores”.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, explicou como o novo crédito consignado para trabalhadores com carteira assinada vai ajudar a reduzir o endividamento, com juros mais baixos e parcelas menores. A medida começa a valer no dia 21 de março e também inclui trabalhadores… pic.twitter.com/B1kxmopUVf
— Paulo Pimenta (@Pimenta13Br) March 21, 2025
Impacto econômico e taxas de juros
O governo espera que a medida ajude na renegociação de dívidas mais caras, reduzindo o endividamento das famílias. A taxa de juros estimada para o novo consignado é de 2,5% ao mês (34,4% ao ano), significativamente menor que os 5,5% ao mês (90,2% ao ano) praticados no crédito pessoal convencional.
Atualmente, servidores públicos e aposentados do INSS já utilizam essa modalidade, mas para trabalhadores formais o acesso ainda dependia de convênios entre empresas e bancos. O novo sistema elimina essa burocracia e amplia a oferta de crédito a uma base maior de trabalhadores.
PT.Org











