Onyx Lorenzoni e Jair Bolsonaro em foto da Agência Brasil | O presidente Lula e o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, em foto de Marcelo Camargo / Agência Brasil | Sobreposição de imagens ![]()
O Orçamento de 2022 foi utilizado para executar despesas pendentes de 2021, e as DEAs (Despesas de Exercícios Anteriores) alcançaram valores significativos em 2022 e 2023
O governo de Jair Bolsonaro deixou um esqueleto de R$ 6,3 bilhões do seguro-desemprego para a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pagar no início de 2023, diz matéria na ‘Folha de S. Paulo‘.
Segundo o texto, a atual equipe do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) admitiu insuficiência orçamentária no fim de 2022, resultando em atrasos nos pagamentos.
A seguir, novas insuficiências orçamentárias em 2023 levaram a empurrar gastos com o seguro-desemprego para 2024.
A publicação diz que a correção dessas despesas pode gerar pressão no Orçamento, pois seria necessário reduzir outros gastos, mas o problema decorre da execução orçamentária em que o empenho e a liquidação das despesas não ocorrem conforme as regras legais.
A CGU (Controladoria-Geral da União) identificou irregularidades na gestão do FAT em 2021, com despesas contraídas sem autorização legislativa.
O ex-ministro do Trabalho de Bolsonaro e seu sucessor não responderam às acusações, diz a matéria, referindo-se a Onyx Lorenzoni.
O Orçamento de 2022 foi utilizado para executar despesas pendentes de 2021, e as DEAs (Despesas de Exercícios Anteriores) alcançaram valores significativos em 2022 e 2023.
Além disso, o MTE também está classificando como DEA o gasto integral do abono salarial, devido a procedimentos inadequados.
A CGU recomendou nova auditoria para analisar os procedimentos adotados pelo MTE.
